sorriso
Tenho no sorriso a clara história de um menino Que veio do interior para viver na cidade grande. Era acostumado tomar café amargo porque lhe faltava açúcar.O doce não era chocolate nem bala ou algodão doce vendido a beira mar. O feijão tinha que ser misturado com farinha para render aumentar a quantidade e o arroz fazia a cobertura e talvez um pedacinho de carne para dá sabor apenas, mas nunca reclamava o pouco. O menino lutou e não acostumou-se com a diferença de vida interior x cidade. Ele lhe pergunta: cadê a paz,o silêncio e o respeito para com o próximo,acabou-se como chuva de verão?! ........... O menino sente falta da sua vida,do candeiro/lamparina sobre a mesa cercado pela família reunida,das conversas e do esconder do sol, daquela horta pura sem mistura de agrotóxicos... Do passeio pela vizinhança de precata /chinelo de dedo. Ei vida,como e uma estranheza danada/ tudo que vejo é incompreensível ! Quero voltar para minha vida de roceiro,lá posso viver em paz,todos entendem o que digo,sem essa de mudar o vocabulário... Meu Deus! tu sabes dos meus desejos,da minha história do meu querer! Voltar para minha terra é viver,esperar o sol brotar atrás da montanha. Agora o que me resta é um roceiro com pita de cidade e o sol que vejo não é o mesmo.Hoje esse sol que me espia tem medo dos edi fícios e por fim, não pode brilhar mais perfeito,porque a fumaça lhe atacam e lhe deixa com raiva que é feito,o descuido com a natureza.
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