primeiro amor
tribulantes dentro de um barco sem rumo estavamos no mar com ondas totalmente nervosas aonde a tempestade não costuma parar somos pioneiros éramos os primeiros as ondas eram tão fortes, tão fortes o barco já estava todo molhado e as madeiras estavam podres o barco foi o primeiro a navegar pelas águas rasas foi o primeiro a pegar um destino e agora estamos aqui... nossa pelo visto somos os últimos, pois de primeiros passamos para últimos e naquele momento eu só pensava em abandonar o barco, só pensava em cair fora disso tudo mas se eu me jogasse para fora do barco também iria morrer por conta das ondas. (conto do primeiro amor) (observação) Este conto deixa bem claro que o barco é o primeiro amor, e as ondas eram o amor, pois na medita em que nos aproximamos do primeiro amor somos feridos pelo destino, somos feridos pela culpa. O primeiro amor não é de qualquer jeito não, e nem de qualquer forma, mas ele és complicado, porque não existe amor fácil, não existe. Você não pode amar uma pessoa fácil só porque ela é bonita não, mas sim, você deve sofrer junto para ver primeiro quem faz a decisão de sair, quem sairá primeiro. E na medida em que você faz isso, o primeiro amor está lá tentando ser fiel, mas ver que não tem jeito e decide ficar furiosa. Esse primeiro agora deixou de ser o primeiro, para ser o último simplesmente por um erro, simplesmente por você pensar em desistir. Portanto não desista do seu amor, faça com que esse amor sempre seja o primeiro amor, e não abandone o barco, esteja focado nas lutas e nas baralhas, pois o amor é capaz de vencer todas elas, custe o que custar!
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