Morte provisória
Essa minha mania de não dizer "não" Às vezes me mata por dentro Mas quando vêm lapsos de alegria e esperança Sei que não será para sempre Nada é para sempre Nem minha separação do "não" Mas é como se meus sonhos fossem um idioma morto Perdidos no tempo Uma esperança que precisa ser relembrada Que me levou muito longe E que posso ir muito mais Só preciso resgatar a mania de dizer "não"
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