enigma
Faz tempo em que não faço nada, algo que de fato valha uma jornada que deixe marca mas sou distante e sem encaixe um peixe fora do aquário. ao acordar nada é diferente permanece entre minhas mãos liberdade em uma, chão em outra desejar tanto e nada de ato quando eu vou mudar de pátio? esse desastre já é família, lençóis rasgados, cômodo bagunçado, estúpido vazio eu tornei um mundo cheio de sonhos em ossos quebrados. Descansei do correr com o ceifador ao lado e ainda sem fôlego sem tempo ou espaço meu abrigo se foi em um piscar de olhos. não existe algo além de sal no ar recuso-me a olhar para cima, respirar não é mais obrigação minha. É peso demais para suportar quando eu afundar, ao menos encontrarei respostas no fundo do mar?
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