Sombra
Há uma sombra vagando pelas ruas Que se esconde nos brilhos do sol para que não seja vista. Do chão que encara, O vazio responde. Sozinha e faminta, engole o ar seco E uma dor aquieta seu peito. Então no suspirar do vento, No fim da sua existência, Sem pulso ou vida, Aquela sombra nunca se sentiu viva.
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