Passado
Tenho-a como segredo em minha mente. Desejos pecaminosos. Beijo que queimou em brasa. Que não se esvae quando a primeira brisa passa. Ha lembro-me bem do conselho acolhedor. Da mentira sincera que aos seus olhos eu contava. Em receio escrevo Mas para quem? Para que? Se nossa chama está mais seca que palha. Não posso declamar a ti. A brisa que nos apagou me prendeste. A chama que ardia hoje se torna-se saudade de um certo dia. De uma certa mania. Talvez Voltar... Mas para quem voltar se nós não existimos mais. Pra que se a brisa nos separa. Mas o porquê do passado ainda arder tanto. Me recordo de estar aos seus lábios. Hoje trazendo um amargor esquecido. Um dia doce hoje causando rebuliço. P.s: saudade
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