A casa bagunçada que eu morava
Minha casa sempre esteve tão bagunçada, Sempre me senti impotente para limpar, Só limpava a calçada, É onde os outros podem enxergar.. Eu até me acho na bagunça! O calçado perto da porta é útil, Secar a louça quando isso acontece naturalmente, é fútil, Claro que todos diriam que preferem uma casa limpa, Eu também prefiro, Mas me custa tanta disposição... Também as roupas na cadeira não deixam lugar para ninguém vim e se sentar... Algumas objetos no chão machucam os pés, Um caco de vidro que deixei de varrer me cortou... Isso me fez perceber que eu mentia pra mim sobre estar bom daquele jeito, Depois disso eu resolvi limpar a casa: Joguei os vidros, juntei as coisas do chão, dobrei a roupa das cadeira, tirei o lixo, lavei a louça E pronto! Eu não estava acostumada a isso... A casa parece tão vazia, Pareço tão perdida no meu próprio lar, Não pareço pertencer para aqui, Talvez eu tenha nascido pra ser bagunçada, Mas pensando bem, eu só não estava acostumada... É tão melhor assim, Eu tenho uma liberdade que talvez não saiba lidar, Eu posso tudo redecorar! Naquela parede vou colocar um quadro de pessoas importantes, Vou colocar uns livros na estante, E também as cadeiras estão disponíveis para se sentar , Há copos limpos para servir uma bebida Não preciso me preocupar em ser ferida. Obs: Isso não é sobre uma casa
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