Janio Silva (vovô boy) @anonimopoetasemnome
Infância

Educacão como estigma do amanhã

"APANHEI MUITO E NÃO MORRI" Não morreu, mas enfrenta problemas no relacionamento com os pais! Não consegue dizer “eu te amo” olhando nos olhos, E essa frieza dói tanto que respinga na relação com seus filhos! ⠀ Não morreu, mas precisa curar sua infância na terapia E sente que seria mais amoroso se tivesse recebido amor em vez de tapas. ⠀ Não morreu, mas se tornou uma pessoa violenta e explosiva com seu companheiro e filhos. ⠀ Não morreu, mas acha natural a violência e enxerga nela uma forma de educar. ⠀ Não morreu, Mas até hoje não sabe o que fazer com sentimentos como a raiva ou a tristeza. ⠀ Não morreu, Mas é inseguro, não acredita em si mesmo e não consegue se aceitar do jeito que é. ⠀ Toda criança merece uma infância que não precise ser curada mais tarde. ⠀ Não basta não morrer. ⠀ Ninguém veio ao mundo só para ser um sobrevivente. Uma criança que apanha não deixa de amar aos pais, deixa de amar a si mesma." Em muitos oriundos sonhos De criança esquecer é guardar só para se os dias sofridos. É esse teimoso amanhã que nunca vem é não fica para marcar nossos mundos infante... Por ; Anônimo o poeta sem nome

Comentários · 1

  1. Nilza Poetisa

    Lindíssimo poema meu amigo poeta. Uma grande verdade E violência gera violência sempre né? 👏🥰

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    1. Janio Silva (vovô boy)

      um erro. cometido desde os. primórdios esquecendo de que pancadas não educam é nem corrigem mas sim traumatizam...