A morte da poetisa
O sol que brilha no horizonte, Ilumina a vida, que se passa diante aos meus olhos. Os passáros que cantam, Transmitem melodia aos meus ouvidos. As árvores que me cercam, Molduram,o sol. Mas no fim, isso não importa mais. Porque eu já desisti. Nada mais, toca a minha alma. Que poetisa sou eu? Poetisa a qual se priva de ler. Poetisa a qual, não sente mais o amanhecer. Vejo já, minha poesia enfraquecer. E a minha morte precoce acontecer. Tia Sawako.
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