Queria viver um universo onde todos os amores são correspondidos.
O mundo em que o fogo da paixão não seja atoa. Mas seja um sinal de que os dois se amam.
Quero ir embora para Gada.
Esse é o universo da alegria.
Grande Manuel Bandeira que também queria sair de sua realidade, pra Pasárgada.
Eu também quero ir embora daqui
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Devemos romper a repetição se quisermos que ela acabe.
Devemos ensinar a nossos filhos que a cozinha não é só pra mulher.
Nada te fará menos homem.
Nunca se esqueça, não importe oque eles pensam.
A morte faz tudo cair no esquecimento
Tudo será esquecido porque a morte chega
No final, ninguém se lembrará de nada
Nem da paixão
Nem daquela musica que tanto adorava
Nem dos momentos inesquecíveis
Nem dos piores momentos
Nem dos momentos de vergonha
Dos momentos de raiva
Dos momentos mais intensos
Dos momentos dos flertes
No momento que você pegou uma flor e cherou.
Lembre-se disso pra eternidade
Você nunca mais vai lembrar de nada
Depois da morte.
A morte chega e tudo cai no esquecimento.
Será que viver tudo isso vale a pena se nada vou lembrar depois da morte?
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Fume um lápis!!
Eu também fumo um lápis
Pros verdadeiros poetas
O cigarro é o lápis
O papel é o fogo
As palavras são fumaças.
Tantas vezes fiquei chapado disso
Não fume nada,
A não ser poeconha.
Não beba nada
A não ser um
Carlos drummond de andrade
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Minha poesia está sempre evoluindo...
Vou me embora para Gada
Lá eu sou o rei
Lá as pessoas me amam
Vou me embora para Gada
Lá eu não tenho erro
Lá sou perfeito
Vou me embora para Gada
Lá eu sou venerado
Lá não sou julgado
Lá sou respeitado
Vou me embora para Gada
Tenho tudo que eu quero
Pego todas as mulheres
Lá as mulheres são mais bonitas
Elas fazem tudo que eu quero.
Vou me embora para Gada
Lá o céu é mais tranquilo
Lá as árvores mais bonitas
Lá os animais falam
O sol brilha mais
Na chuva não cai água
Cai comida
Isso que é vida.
Alguém de gada,
Me leve por favor
Quero sair daqui
E ir pra não sair de lá mais.
Vou me embora para Gada
Tudo Lá é mais bonito,
Não tem julgamento.
Lá não tem limites
Lá eu rio mais
Lá não tem tristeza
Lá não tem peido
Lá não tem cheiro ruim
Aqui é o inferno para gada
Por isso
Vou me embora para Gada
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Deus eu não te peço
Eu exijo.
Exijo que melhore minha vida,
Eu não estou pedindo
Estou exigindo.
Tantas vezes te pedi com carinho e amor
E de nada adiantou.
Exijo porque você é o Deus
E me ajudar é a sua obrigação.
Por isso exijo
Dos seus filhos,
eu sou o mais rebelde.
Não aguento injustiça.
Me sinto injustiçado,
Porque você ajudou outros,
e não me ajudou
Por isso exijo,
Exijo,
Não peço,
Exijo.
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Por que esquecemos da morte?
A morte um dia vai chegar
É como esquecer de nossa própria gerra, Que vamos lutar.
A única certeza que temos é que vamos perder a gerra contra a morte.
A morte é invencível,
Nós que somos vencíveis.
Você pode até estar a beira da morte
E conseguir sobreviver,
Porque a morte te deixou viver.
Se ela quiser te matar
Ela vem, ela chega, ela mata
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Como posso escrever como o poetinha?
O Vinicius de Moraes
Se ninguém me beijou
Me abraçou
Nem me chamou de amor
Como que posso escrever como o poetinha sobre amor
Se meu amor é um desamor
Por isso que toda minha poesia é um clamor
Que grita a dor
A dor de um desamor
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