Óh, grande Rainha
Para sempre bendita
Com vossa paz e vosso amor
Começemos um dia de louvor
Óh, grande mãe de Cristo
Ajudai esse malquisto
A encontrar o caminho
Pois de vós não desisto
Sempre em oração vos suplico
Óh grande Rainha
A nos mostrar vosso filho
O Grande Rei Cristo
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Ó meu amor
Você se lembra dos momentos de alegria
De paz e diversão
Que passavamos naquela biblioteca?
Biblioteca tão cheia de livros
Mas mais cheia ainda era
Quando vossa alma ali estava
Gritando por minha atenção
Como fui tolo
Tolo por ignorar vosso chamado
Por fazer de ti apenas minha amiga
Quando era claro que valia muito mais
Sempre vou te guardar em meu coração
Espero que um dia você leia isso. A poesia sempre fez sentido para seu caminho.
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Sempre perdido, sem chance, esquecido
Ninguem a volta, sozinho, como um bandido
O que sou, se não um menino perdido?
Não de fé, não de cabeça, mas de amor
O que se faz quando não se é amado?
Não por culpa, mas por não ser encontrado
Das trevas da solidão, encontro uma saída
Por aquele amado, que me amou desde sua descida
Sempre por entre as trevas
Por entre a maldade
Me sinto perdido
No olho da tempestade
Chorando e gemendo
Procurando uma esperança
Mas esperança maior que vosso amor não há
Tú que me amou dia e noite
Inverno e verão
Nos meus piores dias, ao meu lado está
Sem fazer perguntas
Sem me questionar
Só me mostra vosso amor
Amor de caridade
Amor sem paixão
És a voz da verdade
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A cada dia mais
Perco o fôlego
Perco a vontade
De viver em meio ao fogo
Em meio a maldade
A dor
Ó tão profunda dor
De jamais ser encontrado
De jamais sentir o odor do perfume
Que se espalha por entre o cerrado
De saber que jamais vou tirar a arma do soldado
Arma que rasga e penetra
Por entre minha armadura
Armadura tão frágil e impura
Que se quebra em mil cacos
Mas que renasce por entre as trevas
Encontrando-se na luz
A luz da esperança, da fé e da caridade
A luz do criador
Que me fez seu amado
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