Pare de rir
Vc sabe que eu estou realmente me sentindo?!
Quando demonstro algo, você ri
Você ri enquanto demonstro raiva e tristeza
Minhas mágoas me possuindo
Sendo horrível em ambiente familiar
Falo que mataria
Você acha que é só raiva de irmãos
Brigas qualquer
Enquanto tudo dói
Sua risada dói
Sua risada..
Risada dele...
Por que riam de uma pessoa em explosão?
Esse furacão
Sentimentos e magoás
Ódio que as transforma
Você está me perdendo
Me perdendo
Você não me tem como filha
Eu te vejo como um adulto qualquer
E você me vê como uma filha
Oh, não brinque comigo
Não me fassa.
Sou um abrigo
Que pode ser destruído com um vento
E o lobo, não é mal
E os porquinhos da minha mente surtão
E o lobo não é "mal"
Ele é meu familiar
Me leve a sério!
Me leve a sério!
Lhe imploro
Com meus olhos
Eles se maréjam
Quero sua atenção
Seu carinho
Eu sou uma pelúcia
Me leve a sério cedo
Pois eu estou te deixando
Me escute de verdade
E me leve a sério
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uma pessoa
Várias perdas
Já ouviu falar sobre?
Vc muda
Uma versão morre
Quantas já se foram?
Quantas faltam ir?
Eu posso sentir quando uma morreu
Mas as vezes nem vejo ela se indo
Mas sei que o medo pode me impedir
De termina mais um ponto final
A vida como um livro
Tem vários pontos finais
Capítulos que deixam o mais forte
Eu sei q deixei um ponto final
Mas tenho medo de completa o capítulo
E como fasso pra passar?
Cartas me mostrem o caminho
A razão está correta ou está no caminho inverso?
Eu não sei qual é o próximo ponto final
Mas que eu supere meus medos até lá
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Se todos fossem obediêntes não existiria
Tanta alegria
Pois iriam tenta controlar
Sim, provavelmente já tentaram
E quase conseguiram
Mas os rebeldes realsarão o sabor
Da liberdade
Se fosse regra
Algumas são sim estúpidas
Mas algumas necessárias
Vamo deixa o necessário onde está
E quebra aquelas q querem apenas controlar
Desobediência tem gosto de morango
Com o amargo de amoras
Roxas que mancha
Faz história
E ficam marcadas
Igual Mancha sua mão ao come-las
O que seria dos escravos sem ela?
O que seria das mulheres sem ela?
Sem a desobediência
O que seria dos iluministas sem ela?
O que seria das "bruxas" queimadas?
Se eles obedecem o sistema?
Todos adoram amoras
Eles encheram o bolo da sociedade
Que todos faziam da mesma forma
Da leve tocada de uma amora
O roxo que Mancha toda história
Entre doces morangos que querem nos dar
Seja uma dessas manchas e lute contra
Tudo que te controla
Seja minúscula
Grande
Se for afeta o poder dos ricos
E nem machuca os pobres
Tá permitido a fazer, boa sorte
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Eu não vou ficar de papo
Então vamos direto ao ponto
Mamãe, eu não sou mais seu bebê!
Eu sei escreve muito bem
Eu sei o que é sexo
E onde vem os bebês
Entenda que ainda sou um bebê
Eu sou chorona
Quero atenção de você
Tenho criatividade
Entenda não sou o seu bebê
Eu sei o que fazer sem você dizer
E tenho meus problemas para tenta fazer
Entenda ainda sou um bebê
Gosto de brinca
E criar com arte, tinta
Entenda eu não sou um bebê
Ao mesmo tempo
Sou um bebê
Eu sou um adolescente
E eu não sou tão inocente
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Eu costumo ler no parquinho do meu condomínio
Podem adicionar Regras pelo prédio ser novo
Eu rasgo e rasgo a página das Regras que me recuso a encaixar
Mas isso não é o assunto agora
Passa pessoa
Eu não sei o que
Se o meu 6 sentido e diferente
Eu sei quando você passa mesmo no completo cilencio
O vento que passa pelo seu corpo
Já passou ao meu
Eu viro pro lado
Nem e visão periférica
Por que
Mesmo com cabelo inteiro no meu rosto
Eu sei que você está passando
Passo a passo
Passo de gato
Passo de cerveja
Vento que toca
O vento que te arrepia
Passa pelos pelos
Página virada
Pé na estrada
Eu estranhamente vou
Vou olhar levemente para cima para ver
Seu rosto.
E te conhecer
E provavelmente vou saber dé primeiro
O que a de errado
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(Tem as outras duas partes já postadas, para entender melhor essa posia e melhor ler as outras primeiro)
Quem esperava?
Esperavam?
Não sei ao certo quanto tempo demorou
E nem quem esperou
Ou quem já sabia
Que ela voltaria ao parquinho
No balanço? Infelizmente não
Mas voltou no banco
Sentada no sol
Você já esperava q ela voltaria
Não é fácil matar uma leitora
Leitores ficam mais fortes a cada página virada
Ao som do cilencio
Ela senta no banco que está ao Sol
Diferente das noites que vica-ra sempre no mais gelado
Ela lê
Lê mais
Parece que o livro a conquistou
E levará ela para dentro dele
O cabelo cheio dela cobrirá o rosto
Enquanto lê várias palavras
Que de longe o rosto dela não aparecerá
Parece até um espírito obsessõr
E as flores do Jardim mostra que
A criatura não é tão malvada assim
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Não sei porque
Mas sou. Tão perfeccionista com coisas da escola
Mesmo o simples
Tem que ser perfeito
Prefeito
E esse perfeito incansável me atrapalha
E difícil fazer qualquer trabalho em grupo
Porque meu coração dispara
Até com uma simples dupla
Eu vou me sobrecarregar e fazer sozinha
Notas
Falam as notas das provas
Eu me sinto tremer
E o pior dessa ansiedade
A ânsia de saber minha nota
O pior é o meu nome ser Último
Último
Último
Eu preciso da aprovação
Dos sorrisos dos professores
Vou me desgastando aos poucos
Para ter o livro desnecessária completo
Para ser "perfeita"
A dor da vontade
De chorar
Em qualquer momento nesse lugar
Lugar mais tóxico que à
A escola
Eu odeio respostas grossas de professores
Me olhe com um sorrido
Eu realmente dependo disto
Pra no final
Me sentir sensível ou dramática
Por chorar...
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As vezes me pergunto se consigo ser formal
Mas percebo ao momento que toco nos rascunhos
Escrevo uma carta, poesia, texto
Mais simples e que todos entendam
Nem parece que sou eu
Pois eu falo cheia de gírias e palavrões
Mas no fundo sei que
Sei fazer texto informal sobre o texto formal
E sei fazer texto formal sobre informal
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Fim da menina do balanço?!
Essa pergunta nascerá em sua cabeça
Enquanto passa a reunião do condomínio
E recebe-ra a notícia
Crianças menores de 10
Não poderiam em nenhum brinquedo ao menos tocar
E a tristeza ao tocar a menina
Menos de 10 ela não tem
E isso a magoa
Pois quando foi no parquinho
Apenas ler nos branquinhos
Recebe-ra a notícia que nem isso
Nem sentar no banco poderá sentar
Brava ao ouvir, diz no mesmo momento
"Eu quero ver algum adulto, observando as crianças, em pé, sem ao menos sentar"
A pobre garota mal de casa sai
As crianças do condomínio lotado
Vai diminuindo
Agora é minguado a quantidade
A cada dia diminuem mais
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Você pode ter visto ela brincar
Pode ter visto ela com outras crianças do seu condomínio
Mas algum dia
A menina do balanço
Estará no parquinho
Ao balançar
Ou apenas sentada
lendo um belo livro
Quando a noite
Ela está lá
Nunca de calça de frio
Mesmo com ventos que nunca param
Ela pode estar à tremer
Mas nunca parara de ler
As vezes se balança enquanto lê
As vezes faz apenas uma pausa
Quando manhã ou tarde
As 18:00 parece ideal
Mas cedo também é
O parque estava iluminado com lindo sol
E lá vai estar ela
Será que está com frio?
As vezes um gato aparece
E do prédio visinho
Nem e do seu condomínio
A menina do balanço fará carinho
Ele mia
Com seu pelo brando e manchada
De amarelo, como uma filha velha
Ela o chama de Cerveja
me pergunto o que ela vai ler?
O que vai fazer?
O que irá escrever?
E estranho como ela sabe que está passando
Uma pessoa na frente do parque
Sem ao menos um som às vezes
(Essa menina? Sou eu)
(Peguem a referência no nome do gato, por favor)
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