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Adormecida na Lua

@Star_MoooN · desde 2026

Sou uma garota de 13 anos. Adormeci na Lua e nas minhas ideias e interesses. Sou iniciante em fazer poesias

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Vc realmente me escuta?

Pare de rir Vc sabe que eu estou realmente me sentindo?! Quando demonstro algo, você ri Você ri enquanto demonstro raiva e tristeza Minhas mágoas me possuindo Sendo horrível em ambiente familiar Falo que mataria Você acha que é só raiva de irmãos Brigas qualquer Enquanto tudo dói Sua risada dói Sua risada.. Risada dele... Por que riam de uma pessoa em explosão? Esse furacão Sentimentos e magoás Ódio que as transforma Você está me perdendo Me perdendo Você não me tem como filha Eu te vejo como um adulto qualquer E você me vê como uma filha Oh, não brinque comigo Não me fassa. Sou um abrigo Que pode ser destruído com um vento E o lobo, não é mal E os porquinhos da minha mente surtão E o lobo não é "mal" Ele é meu familiar Me leve a sério! Me leve a sério! Lhe imploro Com meus olhos Eles se maréjam Quero sua atenção Seu carinho Eu sou uma pelúcia Me leve a sério cedo Pois eu estou te deixando Me escute de verdade E me leve a sério

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Quantas versões faltam?

uma pessoa Várias perdas Já ouviu falar sobre? Vc muda Uma versão morre Quantas já se foram? Quantas faltam ir? Eu posso sentir quando uma morreu Mas as vezes nem vejo ela se indo Mas sei que o medo pode me impedir De termina mais um ponto final A vida como um livro Tem vários pontos finais Capítulos que deixam o mais forte Eu sei q deixei um ponto final Mas tenho medo de completa o capítulo E como fasso pra passar? Cartas me mostrem o caminho A razão está correta ou está no caminho inverso? Eu não sei qual é o próximo ponto final Mas que eu supere meus medos até lá

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o doce da desobediencia

Se todos fossem obediêntes não existiria Tanta alegria Pois iriam tenta controlar Sim, provavelmente já tentaram E quase conseguiram Mas os rebeldes realsarão o sabor Da liberdade Se fosse regra Algumas são sim estúpidas Mas algumas necessárias Vamo deixa o necessário onde está E quebra aquelas q querem apenas controlar Desobediência tem gosto de morango Com o amargo de amoras Roxas que mancha Faz história E ficam marcadas Igual Mancha sua mão ao come-las O que seria dos escravos sem ela? O que seria das mulheres sem ela? Sem a desobediência O que seria dos iluministas sem ela? O que seria das "bruxas" queimadas? Se eles obedecem o sistema? Todos adoram amoras Eles encheram o bolo da sociedade Que todos faziam da mesma forma Da leve tocada de uma amora O roxo que Mancha toda história Entre doces morangos que querem nos dar Seja uma dessas manchas e lute contra Tudo que te controla Seja minúscula Grande Se for afeta o poder dos ricos E nem machuca os pobres Tá permitido a fazer, boa sorte

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Mãe, por favor entenda

Eu não vou ficar de papo Então vamos direto ao ponto Mamãe, eu não sou mais seu bebê! Eu sei escreve muito bem Eu sei o que é sexo E onde vem os bebês Entenda que ainda sou um bebê Eu sou chorona Quero atenção de você Tenho criatividade Entenda não sou o seu bebê Eu sei o que fazer sem você dizer E tenho meus problemas para tenta fazer Entenda ainda sou um bebê Gosto de brinca E criar com arte, tinta Entenda eu não sou um bebê Ao mesmo tempo Sou um bebê Eu sou um adolescente E eu não sou tão inocente

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Mania na leitura

Eu costumo ler no parquinho do meu condomínio Podem adicionar Regras pelo prédio ser novo Eu rasgo e rasgo a página das Regras que me recuso a encaixar Mas isso não é o assunto agora Passa pessoa Eu não sei o que Se o meu 6 sentido e diferente Eu sei quando você passa mesmo no completo cilencio O vento que passa pelo seu corpo Já passou ao meu Eu viro pro lado Nem e visão periférica Por que Mesmo com cabelo inteiro no meu rosto Eu sei que você está passando Passo a passo Passo de gato Passo de cerveja Vento que toca O vento que te arrepia Passa pelos pelos Página virada Pé na estrada Eu estranhamente vou Vou olhar levemente para cima para ver Seu rosto. E te conhecer E provavelmente vou saber dé primeiro O que a de errado

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Menina do balanço -parte 3

(Tem as outras duas partes já postadas, para entender melhor essa posia e melhor ler as outras primeiro) Quem esperava? Esperavam? Não sei ao certo quanto tempo demorou E nem quem esperou Ou quem já sabia Que ela voltaria ao parquinho No balanço? Infelizmente não Mas voltou no banco Sentada no sol Você já esperava q ela voltaria Não é fácil matar uma leitora Leitores ficam mais fortes a cada página virada Ao som do cilencio Ela senta no banco que está ao Sol Diferente das noites que vica-ra sempre no mais gelado Ela lê Lê mais Parece que o livro a conquistou E levará ela para dentro dele O cabelo cheio dela cobrirá o rosto Enquanto lê várias palavras Que de longe o rosto dela não aparecerá Parece até um espírito obsessõr E as flores do Jardim mostra que A criatura não é tão malvada assim

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Auto-estima

Necessidade de aprovação

Não sei porque Mas sou. Tão perfeccionista com coisas da escola Mesmo o simples Tem que ser perfeito Prefeito E esse perfeito incansável me atrapalha E difícil fazer qualquer trabalho em grupo Porque meu coração dispara Até com uma simples dupla Eu vou me sobrecarregar e fazer sozinha Notas Falam as notas das provas Eu me sinto tremer E o pior dessa ansiedade A ânsia de saber minha nota O pior é o meu nome ser Último Último Último Eu preciso da aprovação Dos sorrisos dos professores Vou me desgastando aos poucos Para ter o livro desnecessária completo Para ser "perfeita" A dor da vontade De chorar Em qualquer momento nesse lugar Lugar mais tóxico que à A escola Eu odeio respostas grossas de professores Me olhe com um sorrido Eu realmente dependo disto Pra no final Me sentir sensível ou dramática Por chorar...

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Formal ao informal

As vezes me pergunto se consigo ser formal Mas percebo ao momento que toco nos rascunhos Escrevo uma carta, poesia, texto Mais simples e que todos entendam Nem parece que sou eu Pois eu falo cheia de gírias e palavrões Mas no fundo sei que Sei fazer texto informal sobre o texto formal E sei fazer texto formal sobre informal

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Fim da menina do balanço

Fim da menina do balanço?! Essa pergunta nascerá em sua cabeça Enquanto passa a reunião do condomínio E recebe-ra a notícia Crianças menores de 10 Não poderiam em nenhum brinquedo ao menos tocar E a tristeza ao tocar a menina Menos de 10 ela não tem E isso a magoa Pois quando foi no parquinho Apenas ler nos branquinhos Recebe-ra a notícia que nem isso Nem sentar no banco poderá sentar Brava ao ouvir, diz no mesmo momento "Eu quero ver algum adulto, observando as crianças, em pé, sem ao menos sentar" A pobre garota mal de casa sai As crianças do condomínio lotado Vai diminuindo Agora é minguado a quantidade A cada dia diminuem mais

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A menina do balanço

Você pode ter visto ela brincar Pode ter visto ela com outras crianças do seu condomínio Mas algum dia A menina do balanço Estará no parquinho Ao balançar Ou apenas sentada lendo um belo livro Quando a noite Ela está lá Nunca de calça de frio Mesmo com ventos que nunca param Ela pode estar à tremer Mas nunca parara de ler As vezes se balança enquanto lê As vezes faz apenas uma pausa Quando manhã ou tarde As 18:00 parece ideal Mas cedo também é O parque estava iluminado com lindo sol E lá vai estar ela Será que está com frio? As vezes um gato aparece E do prédio visinho Nem e do seu condomínio A menina do balanço fará carinho Ele mia Com seu pelo brando e manchada De amarelo, como uma filha velha Ela o chama de Cerveja me pergunto o que ela vai ler? O que vai fazer? O que irá escrever? E estranho como ela sabe que está passando Uma pessoa na frente do parque Sem ao menos um som às vezes (Essa menina? Sou eu) (Peguem a referência no nome do gato, por favor)

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