Costo de raízes fincada nesta terra...
Tal anseio lírico…
Quão virtuosa e admirável…
Tal idoneidade semeada…
Olhares fascinante…
Fortaleza formosa…
Quão faz de mim…
Aspirações inabaláveis…
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'Nöäh D. Città'
'I'
Andarilho neste universo oscuro...
Quão perpétuo tal anseio...
Dialeto primal e incomum...
Tão além do universo...
Lírico vos digo...
A cada respiro...
Lhe inspira temperança...
De algo além do nosso bem comum...
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'Nöäh D. Città'
'IV'
'XXIV.XII.MMXXII'
Parecia não ser o limite...
Tal descuido momentâneo...
Não atentei aos sinais...
Evidenciando sua dor...
Tão silencioso....
Tal decurso do tempo...
Com fragmentos intensos...
Submerso neste poço...
Permanentemente imerso...
Seu ego relativo nos destruí...
Sucumbiu ao primeiro ato...
Éramos tetos de vidro.
Dois fraguimentos quebrados...
Duais e incomuns...
Apenas esperava respostas...
Deste seu silêncio frio...
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'Nöäh D. Città'
'Segundo amor'
'I'
Tal olhar despretensioso…
Quão respiro primal…
Inspira virtudes de pura entropia...
Quais pormenores?
Pulsar frio!!
Surgiu durante tormentas…
Sem ego, sem perspectiva…
Tal lírica que cintila sua face…
Dediquei olhares tênues…
A cada traço que compõe seu ser…
Não era reincidente…
Mas era evidente…
Que seu olhar permeia virtudes…
Sinto-me compelido em decifrar…
Tal costo de pura lírica…
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'Nöäh D. Città'
"Primeiro amor"
'I'
Vislumbre de um passado…
Se Esvaiu ao vento…
Não precisava de alentos…
Porém tal face ilumina…
Recordações de tais utopias…
Devaneios pertinentes…
De um pulsar frio…
Semeados em tormentas…
De um imaginário infantil…
Seu nome persiste…
Guiando-me por tais dualidades…
Em linhas tênue de puro rancor…
Escravocrata desta dor…
Desta infância destruída…
Por um simples gesto de pura entropia…
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'Nöäh D. Città'
'II'
Palavras sem fim…
Sentimento paternal único…
Filhota querida cintilante…
Desbrave tal horizonte…
Lhe desejo paz e harmônia…
Serei protetor de seus sorrisos…
Guardião de seus sonhos…
Observador de seus devaneios…
Agraciado por te-la…
Em volto da minha proteção…
De um pai que faz questão…
Que você tenha paz no coração…
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'Nöäh D. Città'
'I'
Filha, quão imprevisível és tu…
Pequena sapeca, filha minha…
Tal idoneidade e inocência bélica…
Quão pura e sutil é seu sorriso…
Pequena menina à frente de seu tempo…
Tão primal e pequenina, ilibada és tu…
Segura de seus ideais afins…
Tempo maneira em seu decurso..!!
Sou pai orgulhoso…
Pois concedes-te tal privilégio…
De sua oratória primordial…
De tal palavra privilegiada...
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'Nöäh D. Città'