Qualquer dia a gente se encontra
Sempre preenchi cicatrizes com palavras de conforto que só eu poderia me oferecer, desde de metade gente me dispus a ser meu próprio alicerce a fazer a roda ao redor contente e não ligar quando não correspondente, todavia na rodovia tive um incedente acidentalmente minha maleta de soluções, suposições, invenções que me fizeram uma complexa pateta completa se quebrou e foi tudo para na valeta, tenho dó de quem as encontre e as use porque além de despeçada e confusa como eu, longe de casa com a distância incontável que todos aqueles que nunca perteceram ao doce acalento de um lar barulhento em que é servido almoço suculento aos domingos e abraços compreensivos aos choramingos, estão também ordenadas de forma enigmática que só faz sentido para cada capítulo em que foram ditados os traços tão peculiares de mim e de ti e daqueles outros ali também, até porque um dos ensinamentos que apesar de perdidos na estrada grudaram eternamente na minha incoviniente e displicente mente é que não se nega a ninguém uma conclusão de ser quem é mais do que já nos é negado, porque se essa negatividade se perpetuar e se propagar no final todo mundo vai se encontrar feito eu e minha maleta sem rumo e nem aprumo mas uma última coisa nessa prosa eu assumo a solidão não faz ninguém mais forte entretanto ela arregala teus olhos para esse maravilhoso mundo adoentado e incoerente que desde de quando era menos que metade gente me surpreende e o tempo prossegue sendo o único safado sagaz que nunca se arrepende, não porque já viu de tudo mas porque já espera com cumprimentos o diferente, entende? -Sofia.M.Mizutani
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