MURO DAS MÃOS
A mão direita Brigou com a esquerda Por uma besteirada Uma junta o dois Não conto as vezes Pois a outra fica no treze Uma faz arminha A outra, a primeira letra do Liminha Isso, vai e fica Enfim, chega o dia A briga passa pros dedos Um junta número O outro espera a vez Junta o um com três Já os pés, em cima do muro Não querem pisar em arbusto Por isso votam nulo
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