Ponte
Vez ou outra a ferida se abre O passado trás coisas que quase ninguém sabe É quando eu me torno invisível, um embargado pedido de socorro , a voz não sai ou ninguem me houve, ninguém me vê Preciso manter a calma pra encontrar o caminho de volta, meio a escuridão solar o sossego pra minha alma Já quis atravessar a ponte Sempre que o sol descia no horizonte Mas não posso atravessar, também não sei se tenho forças pra ficar Basta em meus ombros minhas próprias decepções E não gostaria ser a decepção pra alguém.
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