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Um beija-flor solitário

@Sem_rosto · desde 2023

"Um beija-flor solitário Namora todas as flores Mas não se apaixona Por nenhuma delas".

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"Inferno"

Se o inferno É fake Então À minha Vida É uma ficção.

Mar/brisa

"O mar... São os seus... Olhos... E... Os seus olhos... São o mar"... "E eu sou apenas... Uma humilde brisa... Aqui na areia... Eternamente... À te esperar".

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Indecisao...

Eu querendo um romance... E você apenas, safadeza... Eu aqui disposta, à mergulhar... Em suas profundezas... E você somente na superfície... Das incertezas...

Linha do tempo...

Eu te amarei, mesmo à distância... Não importa, se as estrelas... Roubarão as nossas lembranças... Voltarei no tempo, quantas... Vezes for preciso... Apenas para te amar, do início... Continuarei te amando... Pela eternidade, ainda que... Para à morte, seja tarde... Irei te amar, até o infinito... Enquanto eu possuir, o último... Suspiro.

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Meu sonho(Alvares de Azevedo)

Cavaleiro das armas escuras, Onde vais pelas trevas impuras Com a espada sanguenta na mão? Por que brilham teus olhos ardentes E gemidos nos lábios frementes Vertem fogo do teu coração?   Cavaleiro, quem és? — O remorso? Do corcel te debruças no dorso... E galopas do vale através... Oh! da estrada acordando as poeiras Não escutas gritar as caveiras E morder-te o fantasma nos pés?   Onde vais pelas trevas impuras, Cavaleiro das armas escuras, Macilento qual morto na tumba?... Tu escutas... Na longa montanha Um tropel teu galope acompanha? E um clamor de vingança retumba?   Cavaleiro, quem és? que mistério... Quem te força da morte no império Pela noite assombrada a vagar?

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Dias dos eternizados...

Ainda lembro... Do nosso reencontro... De como rabisquei... Timidamente... Os primeiros versos... As primeiras rimas... E os primeiros contos... A sensação de alívio... Por que finalmente... Eu conseguira, uma forma De expressar os sentimentos... Dentro de mim... Sem saber, para onde ir... Você tornou-se... O meu refúgio... Em dias sombrios... E madrugadas... Em claro... Você é a minha terapia... Nos momentos bons... E de agonia. E não apenas... Coloriu a minha vida... Como transformou-a... Em uma complexa poesia... O nosso vínculo... Não é por acaso... Ele já nasceu predestinado.

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Flores vermelhas...

Ainda lembro... Do seu nome... Escrito na molhada... Areia... Lembro-me... Que presentei você Com flores vermelhas... E você retribuiu... Com um beijo... Que tinha... Gosto de cereja... Lembro-me... Do seu sorriso... Gentil... Eternizado... No meu perfil... Lembro-me... De como você... Gostava de contar... Piadas... E eu fingia achar graça... Somente para você... Não ficar emburrada... Lembro-me... De quando você... Se machucou... E foi ao, meu encontro... Em prantos... Lembro-me... Do momento... Em que te procurei... Por todos os cantos... E não à encontrava... Ali estavam... Apenas... Aquelas... "Malditas" flores Vermelhas... Dilaceradas...

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Acalento...

Apenas o seu calor... Consegue aquecer... O meu frio coração... E atiçar os desejos... Mais profundos... Antes adormecidos... Pois, eu não imaginava... Que os possuía tão vívidos... Dentro de mim.

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A sombra na janela...

Reencontrei... A bela sombra... Que perseguia-me... Todas as noites... Ela sorria! Era esguia... E sedutora... Mas um pouco... Assustadora... Eu a conhecia... Muito bem... Era a "morte"... Convidando-me... Para uma última... Dança... Antes da nossa partida... Para à próxima "vida".

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