Feridos
Sinto gotas caindo... Mas não são de chuva São as lágrimas dos feridos Que, de dia, e de noite Não cessam. Almas que gritam, pedindo socorro Mas ninguém as ouve vozes ocultas Ao silêncio da meia noite. Gritos que rasgam a alma Mas não há ninguém que ouça O que faremos? Quem poderá ouvir essas almas Quem poderá prestar socorro? Coração apertado, Ar sufocado Falta de paz. Tenha certeza De que há uma saída Um tanto mística Mas que será refúgio. O próprio criador da obra Que sara feridas Que ele mesmo abriu Fará as honras. Ass: Sara Ferreira
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