Acróstico - II
V’ejo a noite encontrar morada em teu olhar. A’té o silêncio parece contigo conversar. M’esmo distante, continuas difícil de esquecer. P’orque teu encanto não depende de aparecer. I’luminas sem disputar o direito de brilhar. R’oubas meus versos sem sequer os procurar. A’ssim me perco cada vez mais em ti. G’uardas mistérios que nem o Google traduz. Ó’rbita rara, como estrela que conduz. T’eus cachos desenham o vento ao passar. I’nquietas meu peito sem precisar tocar. C’onstruí em teus detalhes um lugar para ficar. A’qui, em minha mente, tu adentras, sempre encontrando um jeito... Inferindo assim, Lendo que o universo à minha volta, Unicamente se torne, muito mais que perfeito...
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