Você não têm fé nem
para ascender a luz...
Nem para ser luz...
Uma estrela ...
Posto somos?!...
Vivemos nesta fé...
Esta fé!
Algo existe em nós!
Alguma coisa sempre ocorre!
Acontece...
Em tristes ilusões, gritos
e prantos ...
infelizes reclamações,
que torpes mutilam
absurdamente diante deste som infernal...
E ainda é negado, o silêncio adimta-se o
precedido da morte sem fé!
O açoite desta noite
de cada noite...
de todas as noites...
que reclamam tristes, a triste dama que chora o amor perdido, e
segue sem rumo, sem coragem ,
neste clamor caótico , segue ela sem fé!
Quando mais adiante vislumbra teu amor próprio!
Na certeza que tudo
mudará, sorri.
Na certeza que vivenciará um novo amor, o seu, por si mesma!
E o temor se evadir de
seu ser...
Mas , existe agora ela!
A fé deste momento...
Em sua consciência por tão somente existir ...
A virtude de crer
em sua própria vida ...pela fé encorajada a ser feliz...
Pois, logo esta, fugiu,
desapareceu de mim!
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Óh destino, que em vão traceja as linhas deste momento, deste caminho sem volta,
Quantos amantes morrerão , até o fim deste terminal amor? Até o fim de tudo?
Creio que eu não amei
de forma correta ,
acontecida, não,
tornei-me fulgaz , ébrio...
Não fui o amante certo , fui acomedido desta vida errante...
Ora posto isto, não fui
eu o amor,
não me tornei
o amante que deveria ter sido!
Como o pleno
sentimento que exige
em mim o crucial caráter
deste arrependimento
por não tê-lo sido,
deste pungente
momento que ainda
faz de mim este
ser entorpecido !
Não te preocupes,
óh amor inquieto,
este tal amor de sonetos
Posto o centro
desta vida em
real gozo será
renovado à cada alvorecer !
É novamente
sucumbindo a vil inanição,
de amor, humanizado,
me detenho
Novamente sem você...
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Revela-me, nesta lua,
Por tanto me sentir impotente,
Como outrora,
Sempre fui negligenciado!
Revela -me amor enfadonho,
Ocultado,
Por ti hei de aguardar,
Nesta outra vida,
Jaz eternizado !
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Talvez, talvez não...
Por que talvez
Talvez porque eu creia
que possa ser alguém...
mais,
Talvez porque eu tão
simplesmente creia, posto devo eu amar , devo eu crer.
Talvez eu creia enfim !
A partir de que momento?
Me desconheço!
Eu creio então?
Acreditei que tão somente o sentimento pleno bastaria, em
frágeis fragmentos...
São apenas sentimentos,
em gozo acreditei que satisfaria,
Como tolo fui...
Crer na inequívoca verdade desta sabedoria de se entregar,
Crer enfim, como saberia , que eu mesmo assim soubesse...
Antecipar ao menos
por um dia, todo fulgor
encarnado ?
Entregar-me sem demora ao precipício , fugindo de mim mesmo...
Encontro-me arrebatado,
Cheio de graça e pleno
do gozo que infantil escorre ao coração de cada ser em
cada noite ,
Pois neste prazer, neste amor,
Sinto a plenitude do
gozo eterno sorrindo
ao infinito ...ao vazio, que
incerto paira sobre nós,
Incoerente e incerto
mundo deste
sentimento que completo,
me faz duvidar de
mim mesmo,
desta dita graça em solidão!
Esta solidão, que congecturada pelo temor desta falta de amoramor
Transforma-se
Transforma-me...
Transmutado!
Transformando a
escuridão soturna
em linda aurora
dourada, como
nunca d'ante vista
sem igual , encadeia e desfaz as dúvidas minhas, que
pelo dia segue ...
Inclinada, à
amar sem cessar,
Reconhecida desde distântes
longínquos ecos alcançados...
Amantes loucos, amam
um amor
desvairado, reluzente
suposto das
estrelas , dos ares , das
brumas saudosas da
lua que pálida se
mergulha em laços
de luzes e paixões,
amores sobre nós!
Viajantes encantados,
Descobrindo-se, então, dia a
dia,
em um novo amar,
visto isto vejamos, então vejamos o que ocorre em mim...
Por quem sou ?
Realmente amo enfim?
Quem sois então?
Quem ousou?
E ousa acalentar-me,
Que doce e terno
prazer este seu ser,
satisfaz em mim?
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Amar...
Sentir...
A distância de minha vista,
Amar,
O que há de ser?
Explica-me ?
O que acontecerá em mim?
Que se desterra quase o próprio
Sentimento em ti, enfim, novamente ?
Amar ? ...
Sois vós, o destino,
que faz-se amando sem nenhum sentido...
que renasce,
O que fez comigo?
O que realmente faz?
Morro de tristeza ...
Percebo que perdi a vontade de viver...
Posto a proposta desta
vida, perdeu o
encanto...e sem
controle, torna-se
infértil... a verdade ,
se faz presente,
ao mesmo tempo ,
oculta-se nas sombras,
difícil de suportar...
Distânte... estaremos livres, e
libertos ...neste fulgor
encarnado da aurora,
Desejando ser novamente ser
Libertados, desejados ,
por suspiros sem demora,
de amor, que jazem ,
aqueles ditos,
muitos amantes ...
sepultados, que tanto amaram outrora!
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Foi aos poucos, obviamente
que isso aconteceu,
E tão lentamente, por fim se deu,
De que outra forma, talvez seríamos convencidos?
Um pouco mais
longe, distânte,
Só mais um pouco nos acerca,
Severamente...
Estou dia a dia,
Somente vivenciando por quem quero!
Eu a quero, a busco,
somos um do outro,
E é por isso que venho,
Que disfruto de seus dias...
É por isso que volto,
Mas qual é o preço?
Qual é minha prevenção?
Não importa!
Eu pagarei o que
me for pedido...
Pagarei em meu coração é com minha alma.
E o que será de
mim depois?
Será que fiz a escolha certa?
Se você está lendo isso, saiba que ainda há tempo.
Você ainda pode fugir
mas...
Você quer fugir?
Premonição? Posto:
Feito em 06/01/2017
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Ignorado...
Sem refúgio...
Pois calado fico em
torpe vida...
Tolo sou...
Todavia imploram-me
minha ajuda em tristes
e lastimosas súplicas,
Calado...
Esgotado, infeliz...trago
em mim as marcas desta vil entidade que aparenta
tomar meu coração ,
enquanto se ri,
posto da vida
Minha vida jaz sangrenta, homenageia totalmente o transtornado amor,
que se redime em oração,
Na dor de tal severidade...
Doença que igualmente
me faz vilão...
Nesta ausência de ti,
A quarentena , há muito
não me afeta mais ,
Posto tudo isto é verdade !
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Sem sentido...
Esta dor, não é mais do
que isto ;
Como é minha , e como
jamais será minha, todavia enfrentarei este ardor...que inclemente... fustiga minha alma
Arriscarei novamente esta
frágil vida ...
Por ti...
Talvez eu finalmente, me explique como posso, como é possível viver ao acaso, você compreende?
Certamente!
Saberei regressar?
Talvez sim, talvez não,
enfim seja como for,
talvez nos encontraremos na melhor das circunstâncias,
diante desta dúvida atróz ... jaz mortos inertes
errantes ... ou vivos sem amor inebriados de dor
e saudades ...
cabe à nós escolher
que sentido temos , que
caminhos escolheremos,
Posto fugaz é a vida e deve ser vivida plenamente
A dúvida agora se
revela... poderá mudar
meu futuro!
Creio ... que sim...
É, definitivamente agora creio!
Por tamanha ansiedade,
Por amar,
Quase já transmutado,
não sou mais por ti, posto não sendo, quem será?
Não sendo então!
Óhh ! Lástima,
vos suplico cara lua
Que inquieta, pertuba meus
seus sentidos e sentimento ,
Aquieta-me e alimenta-me
Em vosso amor;
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Cala-te , ordenei-te calar, já não basta existir tamanha dor?
Ao que parece, não se cala!
Olhai em mim... calai-vos, a ordeno, isto, é em vosso sorriso ainda que deveras falso nesta hora; Resisto;
Que lastima então, se foi, sem mim, que seja então para nunca mais voltar ! Talvez seja melhor por fim!
Assim como meu corpo jogado e frio aparenta e talvez seja este meu pobre espírito em agonia transmutado enganado sem destino e certeza!
Rejeito os clamores deste universo infinito, ainda a sinto, a vejo, a escuto e volto a ti embriagado em
meu amor absoluto, nada mudou
em mim;
Eu apenas...morri.
Ainda sou seu eterno ( eterno
amante amado) em seu destino,
seu amor desvairado, sou apenas agora, teu eterno morto amado;
De eras em eras, regresso, e por esta última esqueço-me, peço-te,
ame-me, refaça um novo destino,
Sigo pois então teu próprio caminho, tenha fé em mim;
À menos que eu seja desterrado
diga-me , pelo contrário caso for...apenas, talvez enfim viva !
( Não mais me encontre em sonhos desvairados )
Pois, acho que a morte acançou-me ... em devaneios insanos
...
Buongiorno amore della mia vita ti amo oltre ciò che pensi, come stai oggi? Hai preso caffè, vitamine e medicine? Dimmi come è la ragione della mia vita. Mille baci il mio fascino ... dolce fragola. Regina Moschen.
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