Rasuro teu silêncio
Imaginando teu diálogo
Que nunca brota nessa rotina
Nem está sol, e você fecha a cortina
Seus gostos naturais
Fissurado nas ramas, samambaias rurais
Um pêndulo estagnado
Encarnado na maresia
Te invoco em livros de poesias
Em romances astrais
Te dedico sinais
beijos invisíveis, abraços viciantes
Paciência, eficiência
Na hora de regar cada pétala amorosa
Dessa sua gengiva cor de rosa
Sua pele suco de jaboticaba
Pupilas eletrizantes
Que permeiam, e rodeiam
Na pura entonação
Seu toque é cartoonesco
Seu brilho perfeição
Vidente apanha, na tentativa
incessante de tentar desvendar
porque nem o mar
pode com você se comparar
-Renato
Para-ingrid
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Menos cortisol e mais serotonina
Maturidade sobrecarregada
Auto estima elevada
A meta é ver vulto de esperança
A confiança é estratégica
E que o teleférico me leve a um
Futuro sublime
Cacarejo de devaneio ensolarado
Cobiçando até o último fio de cabelo
Dessa tal felicidade
-Renato Ricardo
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Enciumado no canto sozinho
Sem consolo
Sem ninho totalmente só
Ninguém tem dó
A melancolia militante
O soluço relutante
Memórias mortíferas
De hoje
E nesse canto
Sem recanto
Sem aconchego
Vejo a foice
Triturando minha alma
Sem misericórdia
Meu bem estar causou discórdia
E agora só resta dor
Poeticamente ofereçam luz
Seja quem for...
-renato
-
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Anonimamente te admirei
No sigilo do invisível
Vi encanto no teu olhar
Uma bruxiana de Hogwarts
Uma Turmalina escarlate
Uma princesa das fadas
Uma Afrodite brasileira
Uma estrela arcana
É isso que tu eres
Nordestinamente adorável
Se ao menos você soubesse
O quanto te encanto
Respingo de pétalas em sua face
Não resisto
Você esbanja glitter
Ressoa purpurina
Você quebra a quarta parede
Mais magnífica que a sétima arte
Se acontecer
De um dia te conhecer
saiba de forma cordial
gostei de ti
Antes mesmo de você perceber
-Renato Ricardo
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É hora de curar
De passarela essa dor não tem nada
Na guagejada
Foi três ou quatro goles
De pedido de ajuda
E quando revisitei
As minhas promessas amorosas
Todas pareciam perfume de bromélia
Alegres e emergentes
Como o grito de uma vuvuzela
Estridente
Então por que eu também
Estrela cadente
Então por que também não podia estar bem?
Sou de boa energia afinal
Parecendo o Charlie brown
Perguntando porque não estava feliz em pleno natal
-Renato Ricardo
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Espirros de boas novas
Aos de asas cortadas
Os de cara fechada
estilingue apontado
Para os pobres de espírito
Oque tenho de munição?
Um devaneio de motivação
A razão, na potência
Atrelado a paciência
De esperar uma esperança
De orar, sem arrogância
E hulmide
Uma vez que o mesmo
E gargarejos de ênfase
Se torna realidade
Quando a constância
Toma a dianteira
E a assume a liderança.
Amo entusiasmo
E metralho de novas tentativas
Quando caio num poço de marianas
meu alvo nunca sai ileso
oque desejo, é jejum de negatividade
Um dardo de sagacidade
E um Jab de força de vontade.
-renato Ricardo
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Você é como aqueles balões
de gás Hélio
Que as crianças segura a linha atrelada, para que o balão não saia voando para o horizonte.
E quando se tratou da nossa amizade deixei essa linha escapar duas ou três vezes de minha mão.
Você sobrevoou tão longe mesmo estando tão perto, esse termo irônico seria tão frutífero, se não fosse tão dolor.
É um horror,todavia ergueria uma bandeira com suas credenciais um "N" das tais quais, e jamais,
alguém viria algo com tanto esplendor
Ai que amor
uma amizade tão faiscante
E só por um instante
ou uma razão
imaginar esse balão(Você)
de volta em minhas mãos.
-Renato Ricardo.
Para
-"N"
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Seu contato
Seu contato é um sentimento
Seu contato foi o momento
Seu contato amei há muito tempo
Seu contato em alto retrato
Seu contato era sossego
Seu contato era descanso
Seu conato meu balanço
Seu contato foi uma espuma
de refrigerante, que ficou ali aos meu olhos, mas desapareceu em instantes a bem distante
Seu contato não era mais meu
Quando sua foto despareceu, e doeu, a como doeu.
-Renato ricardo
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Pessoas vagantes
Vagam todos os dias
E quanto mais vagavam
Mais te considerava única
Teus traços colonias
transparência tanta vida
Sotaque de preciosidade
Sua casca
Eu vi
E conheci a verdade
foi como pingar limão
em cima do coração
Seu nome deveria
Ser um simbolo
O sorriso um sino
A badalar, ia me mexer ia palpitar
E me derramar quando vc se fosse
Quantas virgulas, isso é rude
Seu nome novamente
Me vem em mente
Te perceber virou vicio
Te lembrar um principio
E te querer de volta
Um pingo de respiro
A toda hora
A todo instante.
-Renato Ricardo
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Será que não tem como{...}
parcelar essa dor?
Acontece que, sentir ela a vista
É muito caro pra minha alma
Tudo isso na injúria
Daquele dia que juraria
Que você não se enjoaria
Mas
Você conceituou o sumiço
Romantizou o desaparecimento
Embelezou o abandono
Enfeitiçou a ausencia
Você despareceu do mapa
E hoje sinto falta de sua presença.
-Renato Ricardo.
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