Visitando memórias
A vista é tão boa... Deixe-me apreciar, mesmo através do choro. Havia fitas por toda parte. CDs, cartas e velhos textos. Histórias de um tempo que não foi meu, Um tempo que eu não vivi. Mas que de alguma forma eu senti. De certa forma, absorvi essas memórias feitas de fitas e de papel. A vista continua boa, mas o que estava ali, o vento já levou. E logo estamos visitando memórias outra vez.
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