O nó na garganta
É de aceitar minha insignificância
Cuidar do corpo e da mente
Viver o presente
Escolher um caminho
São coisas que entram em conflito
Coisas que enraizam na minha vida
A dor de cabeça
A pressa
Que me condena
O controle que eu nunca tive
E busco incansavelmente
Sobre minha vida
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As flores se mantém vivas
E o noticiário continua sendo transmitido
A chuva cai com calma la fora
E os ciclos se encerram
Não parece nenhum apocalipse
Meu estômago não aguenta a quantidade de água no copo
Eu engulo porque não quero me afogar
Mas continuo com sede
E não posso me afogar
Ou seria destinado a trágica ocorrência
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A fascinante matemática e todos os seus cálculos não puderam contar o quanto eu te amo, muito menos a ciência , o quanto eu te desejo, que além da razão eu vi amor.
Me fizeram de louco , falaram que era irracional mas minha forma mais ingênua de minha humanidade fazem parecer tão claro e objetivo quanto a contração de meus músculos, me maneira quase espontânea , ao beijar seus lábios com ternura, mas ainda maior que a carne degustação de admirações, cada palavra tua , mesmo ao olhar você nua seria desperdício te devorar por inteiro, por isso Faço questão de te dividir por partes E saborear com desejo, e além de corpos físicos, posso amar sua alma.
Minhas poesias são dramáticas
Mas além da alegria independente , Estarei ao seu lado nos momentos de dor e raiva
E em minhas palavras e principalmente meus atos você tem minha lealdade, te amarei incondicionalmente.
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A dor no meu peito é incerta
Minha garganta doi como se eu estivesse engolindo navalhas
Em um olhar frio e desprezível no espelho
Os hematomas na minha pele
A vergonha tomava conta dos cômodos
Como se estivesse mergulhada em um lugar de silêncio
Seus beijos me deixam confusa
Seu sorriso já não me faz sorrir
Com aquela risada contagiosa
Me pergunto se me perdi
Ou se você era quem eu realmente pensava
Vejo no favor de beijar suas fortes e tão pesadas mãos
Quem mais vai me amar?
Se não vivo mais
Trancada
Enjaulada como um pássaro capturado que acaba de ver que o perigo que tanto assobiam em árvore em árvore
Era realmente verdade
E a verdade dói
Perdi minha imagem minha coragem
Não tenho mais rosto
Não tenho mais voz
Não tenho mais liberdade
E o pior
E que eu ainda o amo
Eu acho
Talvez só tenha mentido pra mim
Talvez só esteja em desespero
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A vontade incansável de me manifestar
Se enraiza em minhas entranhas
E por fim me deparo ao um abismo
Enquanto o desespero me consome
Chegando cada vez mais perto de desabar
Os prazeres dilaceram meu coração
E no final não há sentimentos
Nem ha quem amar
Apenas lhe resta sofrer de seus feitos
E no final a morte te espera com a cova que você mesmo cavou
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A minha mediocridade se afirma pois sou incapaz de compreender os valores da vida.
A consciência me consome a culpa se enraiza
Meus erros se repetem
E me vi morta
Se não há equilíbrio entre a razão e os sentimentos
Um dos dois vai acabar te matando
Meu fim acaba do jeito mais belo e poético
Aonde me afogo em meus vícios e deixo de existir
Para que meus sentimentos sejam genuínos
Meu suicídio
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Esqueci não sei nunca soube
Onde foi onde está onde ocupa
Minha dor minha culpa e minha falta
Se confortável e dolorosa é
Se não haver problema
Onde resolver
Onde me enterrar
Poupe-me meu sofrer e acabe com minha sede de viver
Preencha tudo oq estiver vazio
Afastar-me de tudo oque finge encher
Adoecida estou e sou obra do meu próprio fazer
Do meu pensar e do meu viver
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Hipócrita seja meu suicídio
O deixar de viver
Não acaba com meus batimentos cardíacos
E a dor que já arde no meu peito
Se acrescenta
A inutilidade e perco minha essência
Lentamente a dor se espalha
Ocupando todas as paredes e os tetos
Preenche cômodos mas nunca meu interno
Um vazio fragmentado se torna gigantesco
Perdida estou nesse vasto sofrimento
Sozinha e ferida sangrando até o meu apodrecimento
Minha vida se torna um fardo
O existir não me cabe mais
Meu corpo esta cansado
E minha mente só vê os momentos finais
A culpa está me matando
Mas parada não chego longe
A tentativa do outro me dói tanto
Ainda persistem mas não sei aonde
Porque dentro de mim eu já desisti
Mas a fome pela vida ainda se esconde
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