Sem motivos para vingança.
Eu insisto Naquilo que preenche a minha visão. O presente momento é o que eu tenho O passado é imaginação. Tudo o que me move, Aquele que me Socorre E meu Pai dão a minha direção. Maldita agonia Não sei se minha sina foi de herói ou vilão. Mas ainda acredito Que O Begníssimo Curou minha desilusão. Que a verdade seja, durante a ceia Tão plena quanto foi no chão. Colheita, o que me deres... Aproveitarei. Como o que serves. Vou absorver Todos os prantos Lembrando de ter te regado-os. Eu não vou colher por merecer Mas porque posso te usufruir. Pois Deus Deu força pra carpir E um dia as sementes que plantei IRÃO VINGAR A FOME QUE EU PASSO! EU FIZ O QUE DEU! TENTEI, NÃO NASCEU! DEPENDIA DE MIM DEPENDIA DE QUEM ME ACOLHEU DEPENDIA DE DEUS. O QUE ACONTECEU JÁ ACONTECEU! TE VEREI NA LUZ DO FIM DO BREU!
ỌHAR
mais um poema radical seu, muito Bruto em lírico, é maravilhoso ler essas suas linhas tão bem escritas 👏
Rafaelinho
Eu estava com raiva, mas não queria perder a razão... de gritar. Eu estava com fome de amor, mas não queria perder a conexão... com Deus. Como reclamar, se eu tenho e não me satisfaço? Kkk
ỌHAR
realmente segue as próprias correntezas 👌✍️🏼