100kg de solidão
Nesses momentos, Uma mistura de desejos... Pouca força Melancolia é o bastante E aquele dilema de consertar o mundo Mas parece que esconderam as ferramentas. Todos me olham, poucos me vêem. Todos apontam, mas cadê a mão estendida ? Difícil seria gritar para o vazio. Fácil é falar e ninguém ouvir. Mas a vida vai seguindo... Às vezes lenta, Às vezes mansa, Às vezes fria, Quase sempre... E o papel está quase rasgando, Com a força da caneta e com a humidade Da lágrima sublime que rola sem parar. E por falar em lágrima, Ela pesa 100kg.
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