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Júlio César da silva

@RaekMFN · desde 2018

O caminho pra perfeição é alusão da morte...

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Quarto de guerra

Rezo pra Apolo me ajudar To no quarto de guerra Pronto pra expressar Vulcano quer me queimar Estou em alto mar Mito da mitologia Mercúrio em agonia Astrônomo de Marte, Eros ama álcool Fiquei chapado virei ''Dionísio'' Seriamos ''Bonnie e Clyde'' Se a trinity não tivesse morrido! Perigo terrivel! Otário acha que é ''Príapo'' Ironia no momento indevido... Sou lixo, sou reciclável Sou ''Majóris'' No universo mistico Faço ''Atena'' sem pena na cena Astrofísico sem atalho, só delírio... Amo que me ama no reciproco Se não me ama, pau no cú do seu ouvido ''Eríneas'' da life bandida Vida bandida ''Hades'' pra ti Maldito modifico esse vicio cívico Iludidos com o novo orifício Tragédia do soberbo é comparar ''Bolsonet'' com ''Cristo'' Heróis no Brasil se tornam vilões Historias de ''Néo'' com visões Moleques em subversões Pressuponho que essa track abaixe seu stress Alho de tese passa esse beck Enfim sou aqui da zona sul Espero que essa brisa chegue em ''Istambul'' Linguagem da África pra ficar ''Sussu''

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Efêmero

Um degrau da loucura

Esfera mútua, cutuca, apura Quem ao menos te escuta Sou eu insônia sua puta Gosto de te dá prazer Sabe por que ? Porque, dormir é tão clichê Noção? Perdi! E o espaço tempo quem me diz Cuidado! Ironia do viver, passos inadequados... Horrendo? Me sinto as vezes! Terrível né? No frontispício, não tem açaí na colher Futuramente... Minha mente será algoz a quem eu fui Infelizmente... A esquizofrenia me seduz! Avante... Madrugada perturbada!

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Cantiga

Give me your whats...

Não apague a luz Deixe-a ligada nossa iluminação Já que pecar é nosso dilema No teatro seremos; atração! Não sinta pela lesão, não ! Sinta pela dor do irmão, coesão! Que nem de verso eu sou ladrão... Mas com poucos versos, chamo à atenção... Me passa, ou ultrapassa! Porque o passado é lasca Que nos mostrou só quem nos lasca... Abra, a história do livro Pois quem aplaude o teu umbigo É o próprio inimigo...

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Arte

No coito o fogo arde

Ela sabe quão teu santuário é arte Cada detalhe, cada traço... Fico fascinado... Teu fogo me queima como ponta de baseado Chamas, chame-as chamas! Pois minha cama é teu habitat Cavalga como estivesse no ápice Sente o fervo do prazer Olho no olho! É hipnotizante lhe reconhecer! Teu sorriso é tesão pra caralho Aquela piscadinha inquilina Provoca meu desastre Arde em mim, não só no singular Arde em nós, porque teu beijo é classe!

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Quem sou eu ?

Mais um grão de nada do nada Vim do além onde o vago é frio e nada Sou tipo uma estrela Que brilha até certo tempo Um dia explodirei e nada Fiz da perfeição um indesejo Porque sou nada! Tem quem nada num mar de nada Sem olhar pra estrada... Aliás, quem sou eu ? Nada!

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Humanidade

Quem tem opinião... Morre!

Navegando igual "Noah" em mares Sou "Nelson Mandela" a África da arte Com a Fé de "Luther King" contra insanidade! A cor da minha pele é sinônimo de grades! No verso "Tupac" com peso de "Big" Odeio o chique que é choque de chilique Eu vivo pela paz, não pelos butiques Princípios maquiavélicos ver se desiste! Notoriedade é o suor da metrópole do grude! Num banquete de abutres Longínquo, em altitude! Já que lotearam a fé de quem tornou-se cético! Desplugue! Rotulados "Super homens" Famosos mortais... Língua no grelo, só que versão de capataz! Num solo retrógrado que cheira desastre! Hoje eu entendo a razão do Moonwalk...

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Drama

Lacrimosa nacionalista

Quem somos nós impondo o algoz Minha voz declama a voz De quem conhece bem o algoz... Mortes, ódio, sem um pingo de empatia Brasil país de poucos Sem sequer ter anistia... Os 3 pilares são cruéis lá em Brasília Sistema, sistemático nos castiga Na cantiga a gente roda até enjoar Com poucas migalhas ingeridas Eles fazem nós vomitar! Me sinto ilógico, num centro flocórico Todos separados em destinos de tópicos Ore, o joelho está arranhado! O bolo fermentou, welcome Diabo...

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Numa lacuna qualquer

Em cada "Night" íntimo da arte Ela nua é a "Mia Khalifa" Eu sou um traste... Me concerta peça por peça Mas não me cale... Ou cale-se! Num calix-se sou "Chico Buarque" Num copo de "Marte" Acendo o câncer e vejo o mundo em guerra Minha estrela não se ofusca... Saara da miragem não faz deturpar... Me lancei nessa maluca! Só quero delirar...

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Vida

Último suspiro

Pecados que vivem Querendo me puxar ao "Hell" Luxúria que reside Querendo puxar minh'Alma do céu Eu sei o quanto é triste... Até hoje espero o Papai Noel Meu último crime É jaz sem o prêmio Nobel Até que penso; respire! Pera; máximo limite! Meu espelho quebrou-lhe Pois pulmão levou uma foice...

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Vida

Chronus me rouba

1 por amor 2 por dinheiro 3 por frustrações 4 por desejos 5 são mitos esquizofrênicos 6 são submetidos ao veneno 7 são hipnotizados pelo suga tempo 8 As vaidades oculares vão crendo 9 É o dilúvio do discurso perverso 10 É o "The End" do teu universo...

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