O mar !
Diante o poder do mar... Diante do assombroso, imperdoável tirânico, Pôs-se a humanidade em súplicas, a reconhecer ainda cautelosamente por sussurros orar e à gritar, em prantos sistemáticos... À suplicar ? Esta forma débil... De gracejos... Inquebráveis...modéstia solenes Irreversíveis ... Irrecuperáveis ... Irreconhecíveis ... fulgores destemidos, Talvez eu possa um dia... Um dia talvez eu possa mais, Sorrir , novamente ... diante da imperdoável, impetuosidade deste mar... De longe venho, de um lugar sem mar, Sem igual... Distante, destinto.... Pois relevante é o assombro que nos faz íntimos, Pelo singular fascínio do mar... E tão só por ele vivemos uma vida em seu alto... Posto ainda cremos, Eu tenho a crença que se me eu me for Jamais voltarei a navegar... mas da mesma forma jamais esquecerei do lamento...frio entristecido som profundo grandioso do mar em mim jamais será esquecido.
Comentários · 0
Nenhum comentário ainda. Entre para ser o primeiro a comentar.