Ao abismo
Linhas no pulso São cortes na pele Solução de impulso Que a tristeza impele Efêmero calmante Logo se passa o efeito Jogando-lhe de rompante Ao pé do parapeito "Por que estar vivo?" Questiona-se duramente Procurando um lenitivo Para a tão ferida mente Deu um passo tímido Rumo ao abismo profundo Com o rosto assaz úmido Partiria assim do mundo "Perdoem-me por tudo" Por fim lamentou E num ato mudo Então se jogou
Tamires Castro
caramba, q profundo. parabéns!!!
Sr. Volátil
muito obrigado :3