Este nosso refúgio de arte
Ainda existindo plenamente
Em meio a rotina e compromissos
Valendo-se por artistas anônimos
Compartilhando de sua arte e emoções
Em meio ao mundo falso e de ilusões
É aqui que encontro a minha necessidade
De fazer arte em palavras.
Você já encontrou um amor
Um amor que não é o meu
Este novo amor te ama
E você se sente amada por esse amor
Meu amor (secreto) por você definhou
Resumiu-se a nada
Deve estar enterrado por aí
Em algum cemitério de amores
Não sinto mais nada por você
Em mim a apenas lembranças
De conversas no trabalho
Lembranças e ilusões
Espero que esteja feliz com este amor
Que alcance seus sonhos
Espero também não te ver novamente
Para não despertar alguma emoção em relação a você
Espero encontrar um novo amor
Um amor que eu possa amar e que me ame de volta
Um amor pra toda vida
Resolvi contar minhas piadas
Piadas que poucos ousariam contar
Por serem consideradas tóxicas e ácidas
Fiz meu nome ser reconhecido
Contando piadas a respeito de assuntos
Que para outros são consideradas um tabu
E assim foi minha caminhada da fama
Shows em vários lugares
Contando piadas aqui e lá
Piadas que faziam alguns rir
Piadas que faziam alguns ter raiva
Piadas para todos que podiam ouvir
Até que chegou o ponto final
Resolveram punir-me
Por contar piadas que “agrediram” certos ouvidos
Qual o “crime” por fazer o outro rir?
Contando uma piada a respeito dele ou de outro
Não a nada de errado ou criminoso nisso, certo?
Bom, não é possível agradar a todos
Nem fazer todos rirem
Mas tudo tem um limite
As pessoas sorriem para as fotografias
Por educação, carisma e tradição
A câmera só é capaz de revelar
O que está visível aos olhos nu
O que será que àquela alma
Que possui um corpo
Deve estar sentindo?
Oh vento
Por que decidiste
Soprar tão friamente nesta noite
Bem quando
O amor dela por mim esfriou
A solidão me abraçou
E o brilho das estrelas se apagou
Fostes humilhado e injuriado
Tivestes seu corpo flagelado
Seu sangue puro e inocente derramado
Recebestes uma coroa de espinhos
Que perfuravam sua cabeça
E dor imensa lhe causava
E chegando no lugar preparado
Começou seu sofrimento
Tivestes seus punhos e pés perfurados
E cravados no madeiro
Seu sangue escorrendo pela cruz
Dores intensas pelo seu corpo
Sofrestes tanto por mim e pelos meus pecados
Tu se entregou por obediência e amor
E não há preço que eu possa pagar pelo que o Senhor
fez por mim. Obrigado Pai.
(Essa é uma versão rascunho e resumida, então se tiverem alguma sugestão que eu possa melhorar, fiquem a vontade pra falar)
Mais um domingo terminou
Não pude te encontrar e nem te ver
E sua ausência realmente é ruim
Os domingos que não te vejo
São domingos desperdiçados
Apenas domingos normais
Queria te ver todos os domingos
Mas sei que isso impossível
Você tem suas responsabilidades
E eu as minhas
Só não posso deixar
É de demostrar meu amor por você
Amor do qual as vezes
Não sei se você realmente gosta
Mais uma semana se inicia
No ciclo rotineiro do trabalhador
Trocando seu tempo de vida
Por horas pagáveis em dinheiro
Vivendo a vida que não lhe agrada
E tendo que obedecer a ordens de superiores
Sendo controlado pelo tempo
E esperando que o relógio avise o final do expediente
Para que no final de mais um dia
Ele possa chegar em sua casa
Com sensação de dever cumprido