Sede de Deus
Em momentos me encontro De bastante aflição Minha alma soluça Dentro da escuridão Ela tem um desejo Algo que lhe assegure A certeza do bem Nada mais que procure Algo que lhe segure Nos momentos de dor Que também lhe acalente Na tormenta frescor Algo que dê sabor Pra essa vida sem graça Pinta o quadro sem cor Faz sorrir e não passa Que te chama e abraça Mesmo quando vacila Que te leva à praça Fala enquanto desfila Amor que tranquiliza Que corrige e transforma Que destrói as mentiras Que renova e reforma Me diz, são quantas formas Que se podem mostrar O amor que se sente Mesmo sem enxergar Alguém pode explicar Como tenho certeza Que o amor de Jesus Destrói as fortalezas Fortalezas do medo Da alma sempre aflita Cansada de sofrer De viver sem ter vida Digo-lhes o segredo Da emboscada a saída Do perdão o autor Da esperança o motor Sempre sigo o Mestre Nunca deixo seu jugo Caminhando eu vou Cristo é meu professor
La Mancha
as vezes temos sede de deus e tambem à sede
H. L. Diêgo
Compreendo. Essa sede pela sede é o estado de desconhecimento de Deus, que ocorre de duas maneiras: a primeira: quando ainda não o conhecemos; a segunda: quando conhecemos, nos afastamos, e sentimos a necessidade de voltar a relacionar-se com Ele;
H. L. Diêgo
uma espécie de saudade.
La Mancha
acabei não digitando uma palavra, mas a ideia é que temos sede (de beber no caso) e outra somos a sede ( nesse caso de lugar) onde Deus habita