❤️🔥O ☘️ SUJEITO 🌟 POÉTICO 💫
@O_sujeito_potico · desde 2025
Chamo-me Elton Da Graça.
Mas no mundo da poesia sou só o Sujeito Poético.
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Meus versos falham.
Não porque são fracos,
mas porque existem dores
que não cabem no limite de uma palavra.
A experiência humana é maior
que a linguagem que tenta explicá-la.
O que passei não é história —
é estrutura.
É a arquitetura secreta
do meu ser.
As lembranças não se vão.
Elas não são fumaça.
São raízes.
E raízes não desaparecem:
elas apenas se aprofundam
até tocar lugares onde a consciência
não alcança.
Tua ausência não é só falta.
É um espelho.
Mostra partes de mim
que eu queria não ver.
Ela revela que o ser humano
é frágil demais para amar
e orgulhoso demais para admitir isso.
Falo de amor pirata,
não porque é clandestino,
mas porque navega sem destino.
E o corpo que eu quero tocar
não é só carne:
é passagem, é ponte,
é caminho até um eu
que só existe quando estou contigo.
O tempo é o verdadeiro inimigo.
Ele é curto demais para viver,
mas longo demais para esquecer.
Em um minuto posso te perder.
Em um minuto posso me perder.
O relógio não perdoa ninguém:
é o mestre mais frio da história humana.
No fim, descubro algo simples
e brutal:
Não é você que falta.
É a versão de mim
que eu só conhecia ao teu lado.
E talvez amar seja isso:
procurar no outro
os pedaços de nós
que nunca conseguimos carregar sozinhos.
🌟. O SUJEITO POÉTICO ELTON 🍀
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INVERSO
.. ESSA É A PRÓXIMA POESIA...
OBRIGADO.. QUERIDO/A POETAS
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Já é Dezembro outra vez.
E eu odeio admitir…
mas Dezembro não perdoa ninguém.
Ele traz de volta tudo o que tentei esquecer,
e força o meu coração a abrir feridas
que nunca cicatrizaram.
Eu ainda me lembro de ti,
como se fosse ontem.
A última vez que segurei a tua mão
parecia a primeira vez que vi o teu olhar.
Aquela calma…
aquele medo…
aquele brilho que só tu tinhas.
E agora eu pergunto,
mesmo sabendo que nunca terei resposta:
Será que ainda te lembras de mim?
Ou só eu fiquei preso nessa história
que já não existe para mais ninguém?
Tanto tempo passou…
Mas em vez de apagar-te,
a minha mente grava-te mais fundo.
Eu queria esquecer-te,
mas lembrar-te dói menos
do que aceitar que te perdi.
Já é Dezembro.
O mês mais bonito para alguns,
mas o mais cruel para mim.
Porque no dia 26 de Dezembro de 2024
foi a última vez que te vi.
Daqui a três semanas
faz um ano
que não sinto a tua pele,
não ouço a tua voz,
não toco a tua alma.
Eu nunca tive paciência para esperar nada na vida.
Mas por ti…
Por ti eu espero.
Mesmo sem saber onde estás.
Mesmo sem saber o que fazes.
Mesmo sem saber se ainda existo para ti.
Eu espero.
Fico aqui no escuro,
abraçando um silêncio que tem o teu nome.
No dia 26 de Dezembro
vou fazer algo especial.
Não para dizer adeus —
eu não consigo —
mas para honrar o que vivi contigo,
mesmo que tenha sido pouco,
mesmo que tenha acabado cedo,
mesmo que só eu ainda carregue isso.
Porque, goste eu ou não,
isto não é o fim.
Não para o meu coração.
Não para a parte de mim
que ainda te chama,
que ainda te procura,
que ainda acredita que um dia
tu vais voltar —
nem que seja por um segundo,
nem que seja só na minha memória.
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