Qual o problema da falsidade,
Se ela te abraça e sorri?
Ela sempre está por perto
E te incentiva a progredir...
Ela mal consegue não te notar
Ela mal...
Ela mal...
O mal nela está!
Mas é o bem que ela te recomenda...
Se vê-la agarrada com a "vaidade",
Por favor, não se surpreenda!
Mas, quem é, e quem são?
Às vezes o seu coração até sabe,
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Mas será que os seus olhos verão!?
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Fiz dos meus versos uma rede
Para deitar sem sono
Dessa vez eu nem me senti
Vazio ou no abandono
Deitei em lindas prosas imaginárias
Longe estando daquilo
Que eu idealizava
Mas perto ficando
Do que me realiza - estava.
A poesia invadia o quarto sem pedir licença -
Logo ela que sempre bem vinda é!
O poema também se aproximou e marcou presença -
Ele que sempre indispensável é!
Sem sono? Sim!
Mas nunca sem inspiração...
Se eu não dormir logo
Isto pode ser o nascer de uma canção!
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Notas da vida... (Tu notas!?)
Vida que se nota,
Que se espalha,
Que renasce,
Que se desdobra...
Notas da vida... (Tu notas!?)
Vida que se sente -
No espelho do mar,
Na força das ondas,
No balanço da corrente...
Notas da vida... (Tu notas!?)
Vida que inspira -
No caminho,
No atalho,
Na trilha...
Notas da vida... (Tu notas!?)
Vida que se observa -
No tempo que vai,
No tempo que foi e que traz,
No tempo que leva...
(Levei tempo
para perceber)
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Falei de amor,
Falei do amor,
Falem de amor,
Falem do amor,
Falem bem,
Falem mal,
Apenas deixem o amor
Fazer parte da conversa!
Vivo de amor,
Vivo do amor,
Vivo pelo amor,
Vivo por amor;
Vivo bem,
Vivo mal,
Apenas não deixo o amor
De fora da conversa!
Não falem e não vivam
Assim como tento não falar e não viver -
Sem amor!
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Bom, em resumo...
Parece que é o mundo contra mim
E eu contra o mundo.
As portas se fecham na minha cara,
A cidade me sorrir de cara fechada,
Pura fachada!
Bom, em resumo...
O mundo nem sabe que precisa de mim
Só porque não faço parte do mundo.
Honestidade e honra assustam
Quem se veste de arrogância,
Quem se cobre de imoralidade!
Bom, em resumo...
Talvez ainda exista amor na cidade.
Bom trabalhador que sou
Arregaço as mangas em direção ao trabalho!
E encaro o mundo,
Esse mesmo mundo que me olha
De olhos fechados!
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Ainda que escravo das fraquezas
Ele se fez forte
E não se entregou.
Quiçá sua dor fosse um dia entendida
E não apenas aplaudida
Diante de tudo que o vento levou...
Ele está sorrindo heroicamente,
A dor não o paralisou...
Talvez por isso não enxerguem,
Talvez por isso,
Por isso talvez,
Não entendam, não compreendam
E não lhe tentem ajudar.
A sua fraqueza é deveras forte,
Mas a sua alegria resiliente
Afrouxa as correntes,
E lhe dá ao menos tempo
Para respirar!
Assim, ele se faz forte, se faz valente,
Se faz presente, se faz ausente,
Se faz ciente de que a sua fraqueza
É a força que outros não têm!
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Nem sei quantas páginas você já escreveu
Tantos pasmam ao ler o livro seu!
Entre sanidades e delírios
Você sobreviveu,
Reviveu,
Viveu
E vive para continuar o livro
Que só você pode escrever
Eu te leio em voz baixa
Te interpreto de forma inexata
Eu também sou um livro complicado
Mas você não tenta me interpretar
Apenas se senta e escreve ao meu lado!
Escrevemos em livros alheios,
Alheios escrevem no nosso livro
Somos autores e coautores -
De dramas, suspense, ficção,
Comédia, romances
E terrores!
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Aonde flores tu
Que floresça a paz
Do mais belo amanhecer
Aonde flores, irás
Com o que tens de melhor
Ao flores ser
Serás tu quem dirás ao Sol
A hora de se retirar
Serás a chuva que rega os vales
Serás o canto das mais belas aves
Não importa o que se espera
De mais belo -
Tu o serás!
Dirás a Lua a hora de dormir
Nenhum astro ou estrela
Brilha mais
Que o teu sorrir!
Meu caminho sempre será
A direção que flores!
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Como pode ser, não estar sozinho
E só se sentir só!?
De onde vem essa sensação de falta
Se não falta a cada dia o essencial!?
Como pode o que está ausente
Afetar tanto o presente!?
De onde vem esse pesar
Se a vida não está nada mal!?
A falta de um grande amor ao lado
É claro que faz estrago!
Dividir, compartilhar
Receber um afago...
Se sentir e não estar
Só
É somente
Uma louca solidão
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Algumas manhãs de vida começam
Com cantos de pássaros e brilho do Sol
Renascemos a cada dia
Para fazer novamente tudo de novo
E o que há de novo!?
Novamente as mesmas escolhas
Os mesmos estresses, as mesmas pessoas
E o que há de novo!?
Talvez um novo pensamento,
Um novo sonho, um novo sentimento.
O pulsar da vida batendo no peito
Nos diz sem falar nada que o novo virá,
Para quem faz acontecer
E para quem sabe esperar
A novidade está aí,
Para quem sabe discernir:
O sonhar, do viver;
O merecer, do ganhar;
O amar, do sofrer;
O desistir, do acreditar!
E o que há de novo é saber:
Que o novo sempre virá!
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