vinte e quatro horas
Quatorze horas ficaram acesas E dez horas ficaram apagadas Quatorze horas o céu foi azul Dez horas o céu foi preto Quatorze horas o ser humano berrou Dez horas a natureza revidou Quatorze horas o falso brilho predominou Dez horas o brilho das estrelas Iluminou os olhos de sua única admiradora Que se encontrava em meio campo Entre os com e sem coração
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