Embriaguez dos depoises
Embebedo-me de depoises, Sem provar do ardor do álcool. Mastigo a seco impulsos que tão poucos são meus, Sem forças para realizá-los. Embebedo-me de tudo, Sem que nada eu tenha para suspirar. E se me tenho, é para algum querer testemunhar. De que nada sou. Arwen
Gabriel Reinaldo
muito bom!! 👏👏
Arwen
Obrigada, Gabriel. 🤝🏻
Gabriel Reinaldo
não há de que, seus poemas são muito bons 😁