Cala, oh meu passos
Deixe-me seguir em Silêncio
Deixe-me criar os meus atos
Deixe-me saciar o meu vício
Cala, oh coração
Deixe-me viver solitário
Deixe-me ter opção
Deixe-me ser um otario
Cala, oh meus lábios
Deixe-me guardar os meus ódios
Deixe-me esconder os pecados
Deixe-me nessa falha atado
Cala, oh tristeza
Deixe-me ter a felicidade
Deixe-me de fora a destreza
Deixe-me provocar a ansiedade
Cala, oh minha mente
Deixe-me sonhar no escuro
Deixe-me acordar mais puro
Deixe-me ser livre nesse meu mundo amante
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Pequena gota d’água
Porque me derrama lagrimas?,
Sua tristeza me acanha,
E sua verdade me agasalha
Pequena gota d’água,
Que sutilmente se afasta,
Escorrega na pele gasta
E aos poucos se perde a graça
Pequena gota d’água,
Que me acolhe e anima
E no final sempre ensina
Pequena gota d’água
Me aqueça da tristeza
Afaste-me da fraqueza
De estar sempre a chorar
Pequena gota d’água
Que aparece nas horas vagas,
Não sua tentativa de me consolar
Mesmo que sua vida custe o tentar
Oh! Pequena gota de água
Se não fosse por você estar,
Eu não derramaria lagrimas
Por algo que estou sempre a pensar
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O frio entrava pela janela do quarto
A cortina balançava com suavidade
Uma linda música soava morto
Enquanto um lápis escrevia sem piedade
Lembranças preenchia um vazio
Machucando um pobre coração
Elevava a música a tons baixo
Enquanto a tristeza pedia oração
Um sentimento de fracasso
Um passo que não dei
Queria ela agora em meus braços
Mas o frio forte diz que eu tentei
Frio? Diz para ela que eu amo
Diz que nunca te esquecerei
Culpa aquele sentimento
Aquele que sempre terei
Onde você está agora?
Porque não está comigo?
Não ligo que vá embora
Mas lembre de mim como um amigo
Ontem falei
Que nunca mais ninguém amarei
Porém era apenas paços
Para curar meu coração em pedaços
Frio? Congela meu coração
Chuva? Apaga as minhas lembranças
Musica? Purifique a minha audição
E lápis, faça-me novas lembranças
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Ele a amava
Mas mesmo assim deixou ela ir
Ele era fraco
Mas em ti insistia uma força de ti sentir
Ela não sabia
Pois seu amor não revelaria
Ele escrevia
Belas,sobre ela ser linda, poesias
Ele sofria
Mas jamais te tocaria
Ela te negava
A cada dia que passava
Quando a meiga neve caia
Ele chorava
Pedia a Deus por consolação
E em poesias se declarava
Ele era um garoto frágil
Que amou algo inalcançável
Disso ele sabia
Porém esperança em ti ainda havia
Ele era romântico
Mas ela não sabia
Desejava lhe dá flores
E rir ao seu lado fingindo ser atores
Ele gaguejava
Quando com ela falava
Ela não entendia
E por muito tempo ria
Quando a meiga neve caia
Ele chorava
Molhando o papel
Que dela ele escrevia
Ele te sentia
Ele te amava
Ela não sabia
Ela te torturava
Ele te almejava
Ele te adorava
Ela não sabia
Pois nela ele não insistia
Ele para ti escrevia
Ele por ti vivia
Ela não sabia
Pois sobre o amor ele nada dizia
Quando a meiga neve caia
Ele chorava
Agora não mais
Pois já é um novo dia
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Amiga estrelinha
Por que de te amar ?
Sigo sempre em sua linha
E ainda me perco em seu olhar
Amiga estrelinha
Que bom com vc poder estar
Sei que nem sempre será uma princesinha
E que um dia vai ter que me deixar
Amiga estrelinha
Quero sua amizade guardar
E para sempre minha estrelinha
dizer dobre te amar
Amiga estrelinha
Sei que o fim vai chegar
Mas vc estará guardadinha
Em meu coração a palpitar
Amiga estrelinha
Que um dia a encontrei
Linda estrelinha
Que um dia a deixei
Desculpe-me estrelinha
De meu amor não revelar
Desculpe-me oh princesinha
de seu rei não se tornar.
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