O Corvo de Edgar Allan Poe @MatheusBernardes
Poema

descompasso

Meu coração descompassado Agora submerso em amargura Ora lento, ora rápido passo Procurando por ajuda. Edifícios belos, porém sem vida Habitam poucos gestos de ternura Enquanto minha carne tremia Minha mente perturbou-se, confusa. Meu passo descompassado Meu jeito desajeitado A ciência por trás da loucura Deixou meu coração rasgado na sala de sutura. Mas quem poderia prever a vida Os atos, os fatos de quem a conduzia A água tornou-se impura E nesse impulso abalou minha estrutura. Matheus Bernardes

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