Olhares conjecturado para várias mulheres, os barulhos do sexo é o que me acalça, adolescência corrompida, culpa da falta do pai omisso, sexo sem camisinha, gosto, aids caminho previsto, mas não me culpo pela falta vergonha, transbordo pensamento através de maconha, Problema com mulher é praticamente um pleonasmo, por isso curto sexo demorado mas calado, de primazia com "homens", A viadagem ainda vai salvar a superpopulação da terra, talvez não acabe com a fome, Pausa prevista antes da foda, cumpro o que te prometo, te faço um poema no momento mais inesperado, não se apaixone, Prefiro, gosto, contentamento, de relações ah três, mesmo sendo monogâmico, pensamentos cúbicos me fazem pensar em parâmetro, como num espetáculo de Vaudeville, passando entre portas, determinações e sonhos, Me encontro em um lugar distante bem longe mesmo, no meio do "era uma vez" e "nunca mais", O samba virando Jazz soa como gosto de escritor frustrado, Remédio pra coração partido é uma foda alucinante, bem dada.
(Santiago Cazuza)
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No país mudo, o sentimento "sujo", a identidade reprimida, buscando se encaixar a moldar na direção proposta, o subconsciente chora, a alma se desvia, "eu sou mais um cara", usam o eufemismo para camuflar o machismo, corroendo a Peble, causando febre, ordenado como pauta, busco o que não há no pódio ou beijo de ex namorada, "eu sou mais um cara".
já não submetido em padrões, cortando "certas" ilusões, hoje não o mais falado, mas serei o mais lembrado, "eu sou um cara" coberto de mentiras mal lavadas, ter má fama por ter algumas "namoradas", "eu sou mais um cara", hoje sinto, falo, não tenho medo, adormeci um homem, amanheço com mais jeitinho de "viado", cabelo platinado muito Mais exagerado, eu sou O Cara.
Na parte de ser bicha, surfista, maconheiro, fodo com homens, mulheres, confesso não tenho medo, eu sou O Cara, hoje na direção contrária, vivo como quero, minha língua são como navalhas, aroma Mar de batalha, eu sou O Cara, Recomeço, me viro me embaralho, meu bem eu sou o próprio baralho, Eu sou A Cara.
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Anauê na Oca de Xingu, capim verde queimado, céu cinza que já não mais reflete a cor de azul, e eu sou só mais um menino da mata com as mãos atadas destinadas a prata, barcos grandes a velas determinaram a minha morada, kajaíbas atearam fogo contra a natureza, Pindorama hoje chora buscando justiça, Vi-Vi caído no chão quinhampira pra carniça, casas grandes no lugar de Ibirapitanga, kajaíbas decretou e o mundo ouviu, hoje morre Pindorama bem vindo a Brasil.
21/06/25
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