Luiz Riquelme @Luizito_Cath
Teatro

O Pezar dos nossos Prantos..

Caro leitor, isso soua como a serenata não tocada, como dores nunca sentidas, e ainda que o incerto venha me padecer e mostre o tempo que circula às gotas quentes de sal que escorrem pela face... Eu sigo como o suspiro de socorro não ouvido. De seus medos a sua coragem, de tua vida a morte, de Deus o seu pedido, viemos a entregar tudo para não sobrar nada de ti próprio, era lúdico o que tenha estabelecido para sufocar a alma doce pela sua atenção, lágrimas viraram poeira e de poeiras eu me desfazia, não fora a proeza que te refez, mas dela houve dores que ninguém se enpenhas a entender... Vá em frente, seja o seu covarde e mestiroso, um puro medroso de suas falas, uma verdade ocultada, desejos que eram infinitos e amores podres e deixados. E que de nossas sujeiras se mantinha repouso ao afeto... Essa ternura perdida em lealdade, e morta por desprezo. "Seus olhos era horizonte para alma e o silêncio para o desespero", em voltas se revira os olhos que não soavam como uma doce música acalentadora e seca, raso o poço e profundo esses pensamentos...

Comentários

Nenhum comentário ainda. Entre para ser o primeiro a comentar.