- A viver!
"Eu deixei de gritar com às paredes, Elas eram quietas e profundas e comovidas a se destruir, Lhe faltavam empatia, e eu era Áspero e mais seco que elas, Acabava sendo o vazio de um só caos. Tentava melhorar mais faltava... O propósito de ver além Dê algo ingênuo e sutil, o ódio prendia aquele local que tanto o medo sucumbia. E dá janela vida sumia, vendo... Que nunca tiveram coragem de encarar a verdade... Que sentiam, que todos Eram fúteis... E perdiam o controle... A destruir cada parte de algo real, Deixamos o momento E fixamos no desespero. A única coisa real era aquele amor quê os prendia, sendo pouco... Se tornava estranho e sincero. A que caminho prosseguiam? Uma mera incerteza e uma grande verdade: perdidos permaneciam no vago local de puras maravilhas e derrotas."
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