Amar você
É sobre saber
Com sutileza
É permitir
Poder sentir
E ter certeza
Filho, você é fenômeno da natureza
Já estava escrito
Que nossa história se cruzaria
Sem saber, eu já sabia
Que você viria
Para nos transborda de alegria
Filho,
Tu és legado
És o futuro
Fruto do presente com passado
És fruto de aliança
És a herança
Do que há de mais bonito
O amor
Amor singelo
Amor sincero
Amor real
Aquele amor que se chama
Amor incondicional
Te amo filho!!! ❤
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Somos fragmentos de nada
Somos fragmentos de tudo
Somos fragmentos de alma
Somos fragmentos do mundo
Somos frações de segundos
Nesse espaço curto de tempo
Somos eternidades
Vividas a cada momento
Somos memórias
Somos fragmentos de histórias
Somos a vida
Somos gentileza
Nesse mundo de incertezas
(Luís H. Medeiros)
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Versos
Em versões
Adversas
Outrora
Por hora
Verso
Em versões
Não melhores
Apenas as possíveis
As melhores
Vem em versos
Diversos
Adverso
O verso do que fora ontem
Hoje, apenas verso
Em versos
Versões melhores que estão por vir
(Luís H. Medeiros)
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Você é meu motivo bom
Minha sina
Minha inspiração
É brisa em meio ao verão
É calor em pleno inverno
Você é a calma das minhas manhãs
Você é o brilho do meu sorriso
Meu sonho
Meu céu
Meu chão
É tudo aquilo que eu preciso
Você é concreta
Nesse mundo abstrato
Quero momentos guardados na memória
E não somente em porta-retratos
Quero dividir minha história
Contigo
Escrever a nossa história
E contar no futuro ao nossos filhos
Que você é paz
É calmaria
Você é amor
Minha melodia
Minha rima perfeita
Quando estou contigo tudo se ajeita
Você é a linha mais bonitas
Que pude ler na minha vida
(Luís H. Medeiros)
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Amo tudo que vem de você
Amo tudo que há em você
Amo tudo que compõe sua pessoa
Amo,
Apenas Amo
Amo nossas viagens
Amo sua personalidade
Amo nossa amizade
Amo sua autoestima
Amo seu sorriso
Amo seu humor
Amo sua alegria
Amo o jeito como você escreve
Amo o jeito como você implica
Amo até o jeito como você dorme
Amo tudo
Sem tirar e nem pôr
Amo,
Apenas amo
Simples
Sem explicações
Sem mentiras
Com gratidão
Amo,
De coração
Apenas amor repentino
Amor genuíno
Amor intenso
Amor visceral
Amor sem medidas
Parece aquele tipo de amor
Amor que vem de outras vidas
(Luís H. Medeiros)
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Emocionada
É fusão de sentimentos
Tempestade em movimento
É um turbilhão de emoções
Ela é mar em rebeldia
É maré em calmaria
Tem um sorriso que ilumina
Que colorem dias
Nublados
Quebrados
Cinzentos
Ter você por perto é um alento
Deixa tudo mais leve
Como a brisa fresca ou um orvalho da manhã
Radiante como sol
Traços poéticos de um girassol
Encanta sua candura
Jura
Que doçura
Sorriso perpetua
E repentinamente
Oxente
Quem essa menina que entraste em minha mente
(Luís H. Medeiros)
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Entre os vãos das cortinas
Pude enxergar as ruínas
Escombros
Assombros
Num passado não tão distante
Vi um menino cantando os cacos
Pedaços
De mim
Garrafas de gin
Juntados como retalhos de cetim
Despedaçados
Pela bagunça que você tem causado
Em ti
Em mim
Enfim
Perco-me até onde estou
Se é o começo ou o fim...
(Luís H. Medeiros)
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Virei amigo da saudade
Aprendi o significado da ausência, na verdade
O gosto do vazio
Em estado arredio
Com frieza
Abracei a tristeza
Tive laços com a solidão
Entrelaçando o coração
Tive que tomar uma atitude
Ressignifiquei a alma
Transformei solidão em solitude
(Luís H. Medeiros)
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E que não nos falte amor e nem histórias
Guardar momentos vividos na memória
Ao reconhecer o que preciso
Descobri
Preciso do seu sorriso
Dividir momentos
Esquecer decepções
Deixar aflorar os sentimentos
Que a felicidade vire rotina
Que seus sorrisos sejam minha sina
Que em manhãs cinzentas
O seu amor seja meu refúgio
Para dias frios
Que seu abraço seja meu abrigo
Nem é meu aniversário
Mas sinto-me presenteado
Quando vejo você ao meu lado
Quando olho em seus olhos de uma forma faceira
Vejo em minha frente um grande amor
Aquele amor pra vida inteira.
(Luís H. Medeiros)
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Beirando o precipício
Precipitou-se
De tudo que era de ofício
Gerou em meio ao ócio
Um silêncio inóspito
Ensurdecedor
Ao que era sereno
Notório
Presente
Fez-se solene
Foi-se sentimento
Foi-se saudade
Foi-se recordação
Ausente
Hoje irrisório
(Henry Medeiros)
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