A ida.
A muito; em minha mocidade, tomada por eufórica ansiedade; mal podia eu, esperar; para o outro dia chegar! Os ponteiros não andam! Mas com aquela impaciência; Quem dormir poderia? E nem bem amanheceu; Lá de pé, estava eu! Em minha mochila viajante; um pequenino lanche caberia, essencial de higiene, uma muda de roupa somente ! Minha mochila viajante, só a isso levaria; Mas derrepente me ocorre; sempre falta alguma coisa ! Minhas roupas eu troquei e o All Estar eu calcei . Bem na hora eu ouvia, lá de fora sem controle , um blá blá blá. a perturbar ! Janela em janela brilhar, Uns resmungava, outros gritavam: Ainda é quatro da manhã !!! E lá nos fomos; sem um pio . Deixando pra trás, somente o silêncio . Em nossas mentes , só expectativas. E os corações batendo em compassos, em comoção, diante à tanta emoção ! Do viajar a se aventurar ! Pois no desconhecido se vai mergulhar !
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