Universo.
O universo tem fartas malevolências. Malevolências sem primázia. Malevolência sem lealdade. Pois para os maléficos somos falsos. Todavia nem todo povo é dessa forma. Dessa forma de romper tórax Unicamente a crueldade é sem lisura.
@Letras · desde 2019
Escrever poesias
89 poemas 108 seguidores 776 seguindo
O universo tem fartas malevolências. Malevolências sem primázia. Malevolência sem lealdade. Pois para os maléficos somos falsos. Todavia nem todo povo é dessa forma. Dessa forma de romper tórax Unicamente a crueldade é sem lisura.
Seu corpo todo é um agrado Açúcar em sua total miríade Amor continental é preciso lhe dar Sua beleza elevada ao empíreo. Igual você nunca surgirá outra, Nem mesmo nós mais dourados sonhos Que o destino lhe cuide e lhe guarde.
Continuar lendoBrilho em seu corpo, Deixa encanto ao mundo, Por onde passa deixa traço, Os dias são mais adoce, a sua presença, Deixa primor em trevas, A escuridão torrente míngua, Abre a porta da luz banhando, Seu viver semellha a anjos, Seu caminhar é inesquecível.
Continuar lendoSua beleza radiante benéfica aos olhares Principalmente a íris que palpita, Suavidade existente em seu corpo, Tão suave quanto águas geladas, Em dias abafados. Suas palavras transmitem paz e conforto, Para o coração que por sua vez vai se tornando branco.
Sua beleza muitos não a percebem. Sempre brilha na escuridão. Seu final carrega consonância. Trazendo paz dourada aos términos. E paz toda pura para um novo ciclo. Lua egrégia para o meu coração. E para todos os meus sentidos.
Tenso e abalado pelas circunstâncias da vida. A vida é totalmente complexa e pouco límpida. Abundâncias quebram os cristais da força. Medo torrente impede de enxergar. Já mancharam a face dourada, prata reforça. O suave conto da cotovia pelo firmamento, Traz calmaria, muita leveza de tons brancos ao alento. Paz com branda força ilustrar ao alargar. Deixa azul o paraíso do coração ao lar.
Continuar lendoO amor é cortado em pedaços. São como farelos retraços. Aos poucos vai preenchendo, O coração de cada um que vai crescendo. No final da trajetória derrama miríades. Deixa legados nos corações tríades. Legados que jamais morrera. Pois o amor é eterno a qualquer era.
Desnuda, de pé, liberta a cabeleira que reflete o paradisíaco, principalmente pelo seu verso. No quarto com aroma glacial, fazendo fusão com a brisa, pela ventana, como flúmen colossal. De índica afluência banhada e intáctil. Copiosamente a luminescência do fogo. Entra e se difunde arfante. Saí integra até o empíreo.
Eu tive que deixar minha casta. Para inferir o proveito que ela me propiciava. É tristonho não poder voltar no tempo. E agora sinto os procederes que reputei. Por crer em verdades de vapores. Que antigamente era tão solido. Não existiu o acatamento do martírio. Que dispêndios para edificar.
Imagem, cofres e muro refletido. Inexistente conhecimento do que sucedeu. Ela se jogou da ventana, caiu ao gramado. Nada é simples de assimilar. Descansar presentemente É só a aragem lá fora. Anseio colo! Vou desertar da casa. Quero dormitar aqui com vocês. Localizo-me com receio por pesadelo. Só vou regressar com o azul da aurora. Meu descendente vai ter batismo do divino. Quero o batismo de serafins. É essencial adorar Como o infinito do mar. Pois a vida é funda É preciso mergulhar.
Continuar lendo