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Toda vez que o coração de mil poetas Sentem dor Eu volto aqui e faço um poema novo Com Meu fone de ouvido O bloco de notas vira minha máquina do tempo E quem chegar primeiro vence Esse mar de palavras Mas começo aqui Deixando um questionamento Se eu paro de escrever ou só paro no tempo Ou vejo o mundo se acabar E durmo naquela máquina do tempo . . . . O que é pior que deixar de admirar alguém que ama?
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