O amor sempre vence
As ruínas do meu castelo Aos poucos vão se juntando E o tempo vai amadurecendo os meus sentidos E a minha essência vai ficando cada vez mais forte O princípio que tomei para mim é inegociável E eu quero morrer assim Sem vender a preciosidade que desde da antiguidade havia já em mim O amor aos pobres de espírito Os desprezados Os horrosos Aos órfãos Aos injustiçados Aqueles em que o homem de negócios passa como um vento E não é capaz de enxergar a alma por detrás dessa carcaça exterior O amor que carrego é mais forte do quê quaisquer coisa O dinheiro não compra As coisas supérfluas jamais saberá o que é isso que queima como uma chama dentro do peito Será uma dádiva? Será um dom de Deus? Ou será o domínio sobre o livre arbítrio de escolher entre amar o próximo como a ti mesmo Ou só amar a si mesmo?
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