Entre a cruz e a espada
Sinto que cada dia que se passa, fico entre a cruz e a espada, entre o céu e o inferno. A noite me parece tão longa, e a vida tão cinza, a solidão parece me perseguir e de nada me faz mudar de idéia. Embora todos sorriam comigo, parece que rio sozinho, enfim parece um martírio. Não quero aplausos, quero carinho, não quero dinheiro só quero amigos. Me deito na cama e vejo um enorme, silêncio e ouço gritos só que internos (inferno), peço pra que chegue logo de manhã e o que vejo: Nada mais do que tédio.
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