A dor de um poeta
Deixo a brisa delicada desta manhã acariciar meu rosto e penetrar ao íntimo de minha alma, apagando as lembranças que entristecem meu singelo coração... Agora, com esta chuva que cai, brandamente, lembro-me de uma manhã como esta em que amanheci disposta, determinada à viver… No entanto, como não tenho ânimo [..] Apenas permito, que está manhã mágica leve-me a sepultura. E nesse túmulo onde meu corpo jaz.. É irônico dizer, mas descanso em paz. Contudo, deixo a você esses versos, pra que, eternamente, reconheça que uma poeta também sofre. Mesmo que a poesia seja a essência de sua alma... Autora: Ladra De Livros.
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