Sementes do Tempo
Vivemos sem tempo Perdidos na vida cotidiana O que nos importa É o que menos almejamos Será que vamos regressar? Deste modo a sociedade se arruinará Sem compaixão ferimos Somos facilmente atingidos Crescemos em descrença Precisando acreditar que a vida Não passava de uma mera coincidência Veja só, não seríamos nós a salvação? O que acontece neste momento É culpa da nossa insistência Pois somos irracionais As metas causas naturais Daqui a alguns anos... Como estaremos? Devastados de ódio e lamúrias Ou cheios de amor e perseverança? O futuro é duvidoso O mais cruel e incerto Nossa presente Prontamente floresça em breve!
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