Nesse mundo não
Nos aceitam por ser
Quem somos
Buscam controlar
E proibir a ação
Verdadeira de exprimir
O sentimento vivendo
Dentro da gente
Ao que canta tão
Harmoniosamente
Pois somos discrepantes
Diversos, deslumbrantes
Por isso agredidos
Destruidos, humilhados
O medo é deles
Dos modelos ao qual
Escudar aprenderam
Desde que sabendo
A maioria pertinente
É dos excêntricos
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Mostrar pro mundo o valor
Que tem a ofertar
Os princípios o qual
Veio ensinar
Uma cultura de
Como prosperar
Da orientação por
Onde deve caminhar
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Sentimento de vingança
Que te faz ser assassino
Mas não só por matar
E sim por pensar.
Em querer da pessoa
Tirar suas mágoas
Que está a guardar
Gritar para o mundo
Vou te destroçado.
É como algo no peito
Querendo escapar
Sente a sensação
Que está à te rasgar
De dentro pra fora
Sem avisar.
Raiva é o sentido
De forte se mostra
Para saberem
O poder que tem
A revelar.
Raiva tudo pelo caminho
Vai tendo a quebrar
Mostrando a si mesma
Aptidão ao planeta mudar
Sendo pela violência
Se necessário se mostrar.
Raiva ela não quer
E não vai parar.
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Ninguém entende meu desejo
De ficar sozinho o tempo inteiro
De falar comigo mesmo
E compreender meu desespero .
Falam que não sei de nada
Que preciso aprender
Tenta amar alguém
Me comprometer.
Mal sabem eles
O que já tentei fazer
Porém percebi
O meu real ser.
Não é solidão
E nem exclusão
E sim o motivo
Da libertação.
Já compreendi
Minha missão
Vou viver solitário
Sem peso no coração.
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Um louco apaixonado pela arte e solitário
Nesse mundo sou maluco a visão do sanguinário
Que se diz o inocente mas sempre foi culpado.
Andando pela terra como um indefeso e frágil pássaro
Soltando suas penas ao som do estilhaço
Sem bater no vidro visto que é venerando.
Ao qual o desconhecido de inseto foi chamado
Pra eles somos presas meros fracassados
Do privilégio o saber voar só a eles le foi dado.
Pois de nós que esse prazer se foi retirado
Perdemos nossa liberdade sem ser perguntado
Num mundo onde gente ainda é feita de escravo.
Dado que o desabafar não pode mas ser falado
Com pena de cadeia ate morte pro acusado.
Em tão onde vai parar esse planeta destroçado
Dos ataques a que se sofre e ainda aguentado
Tanta dor e tristeza dos anos passados.
Não se vê nem o dia de ser libertado
Das mãos da humanidade a não saber trata-lo .
O vulcão explodiu e nega ser apagado
Sentimento tempestade mas não alisado
Chorando de pensar o final do ditado.
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