Sabe, caro amigo leitor.
Confesso que essa sociedade hoje em dia me assusta,
Causa um certo asco em mim.
Vivemos em uma sociedade descartável e imediatista,
Sim, onde tudo é descartável,
Quando "não me serve mais" para meu benefício, ou quando eu canso, eu descarto e busco outra saída também descartável,
É assim hoje em dia, para todos os âmbitos dessa vida descartável.
Vivemos em uma Sociedade onde o ser humano não amadureceu,
Prefere bater o pé,
Tapar os ouvidos feito crianças birrentas e dizer: "blá blá blá",
"Só eu tenho razão o resto que se lasque".
Deplorável caro amigo leitor,
A sociedade adoeceu e nem nos demos conta desse câncer entranhado no corpo social.
É preferível virar a página ao ter que enfrentar os problemas,
Ajustar, dialogar, conversar,
É mais prático né?
Virar as costas, virar a página, Descartar.
Deplorável.
Autor: Kaype Luigi
(Pekay Gilui)
Texto© Kaype Luigi. Todos os direitos reservados. All rights reserved. Lei 9.610/98
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Viva ao nosso dia, dia do escritor!
E viva a poesia,
Clamaremos até a última gota de orvalho por poesias em nossas mentes,
Para surpreender o leitor a cada palavra!
Autor: Kaype Luigi
(Pekay Gilui)
Texto escrito: 13/10/2015
Texto© Kaype Luigi. Todos os direitos reservados. All rights reserved. Lei 9.610/98
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A poesia que nasce nesse exato momento,
Aqui nessa folha de papel,
Enfeitou minha mente,
Como as cores da poesia,
Coloriu letra por letra desse universo gramatical,
Brincou com meus léxicos,
Dançou igual uma boba,
E hoje enfeitou e pitou os matizes da poesia que há em mim.
Autor: Kaype Luigi
(Pekay Gilui)
Texto escrito: 09/10/2013
Texto© Kaype Luigi. Todos os direitos reservados. All rights reserved. Lei 9.610/98
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Sou como a fênix,
Das cinzas de meus versos bobos,
Eu renasço para o mundo,
Para o mundo onde eu sou rei.
E viajo sem direção na conexão de meus léxicos,
Nas estrofes dos meus versos.
Flutuo no ar feito fumaça,
Feito pluma,
Feito ectoplasma que sai de minhas narinas.
Autor: Kaype Luigi
(Pekay Gilui)
Texto escrito: 09/10/2013
Texto© Kaype Luigi. Todos os direitos reservados. All rights reserved. Lei 9.610/98
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Quisera eu, moça dos cabelos cacheados,
Poder recitar-te versos ao pé do ouvido,
Sentindo seu perfume,
Sentindo sua fragrância doce rosa.
Quisera eu, levar-te ao parque,
Admirar seus olhos cor de mel,
E recitar a poesia que contem nele,
Sim, a doce e infindável poesia que me encantou,
Doce donzela.
Autor: Kaype Luigi
(Pekay Gilui)
Texto escrito em: 09/09/2015
Text ©Kaype Luigi. Todos os direitos reservados . All rights reserved . Lei 9.610/98
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Quem é este ser que vive bravamente,
Quem é esta que roga por primavera,
Quem é esta que sobrevive ao inverno rigoroso,
Ser que dança com as mais horríveis ventanias,
Ser maravilhoso,
Ser de cor branca,
Ser que vive nos mais belos jardins,
Ser inofensivo e indefeso.
A cada inverno que surge,
Vem junto dele a esperança,
A esperança na qual,
Esse ser roga incansavelmente pela primavera,
Inverno horrendo e rigoroso,
Que devasta tudo inverno que com suas ventanias,
Arranca vários tipos de rosas,
De um belo jardim,
Deixando apenas uma de pé,
Rosa essa chamada "Narciso",
Rosa que carrega o nome de guerreiro,
Rosa que sobrevive ao mais rigoroso dos invernos,
Rosa da coragem e da bravura,
Rosa essa, NARCISO!
Autor: Kaype Luigi
(Pekay Gilui)
Texto de em: 27/06/2011
Texto© Kaype Luigi. Todos os direitos reservados. All rights reserved. Lei 9.610/98
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Confesso meu anjo que cansei,
De tudo dessa vida,
Cansei de me lamentar,
Cansei de chorar por ti,
Cansei de derramar lagrimas vagabundas,
Por quem não me ama.
Cansei minha linda!
Cansei de te exaltar em minhas escrituras,
Cansei, simplesmente cansei de sofrer,
Por um amor impossível,
Cansei de te olhar e deslumbrar sua beleza,
Cansei de suspirar por ti.
Cansei de passar noites em claro,
Só para ver sua paz quando dorme,
E hoje cansado de tudo,
Eu tento com que você seja esquecida dentro de minha mente,
E esgotado de tudo,
Esgotado dessas pessoas idiotas.
Eu tento mostrar um sorriso forçado e fingido,
Para esconder o sofrimento,
Que você deixou dentro de mim,
Desde quando você me abandonou,
Desde quando você virou as costas para mim,
Excluindo-me da sua vida.
Autor: Kaype Luigi
(Pekay Gilui)
Texto escrito em: 27/06/2011
Texto© Kaype Luigi. Todos os direitos reservados. All rights reserved. Lei 9.610/98
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Nesta linda tarde ao seu lado,
Eu confesso que te amo minha flor.
Amo sim, a flor mais bela de um jardim!
Nesta fria tarde de novembro,
Onde nossos corpos colados tentam se aquecer.
E a cada troca de olhares,
A sintonia aumenta,
Aumentando ainda mais a minha paixão,
Paixão essa que faz eu me perder em teus lábios,
Paixão que me leva a loucura.
Paixão essa que acelera meus batimentos,
Paixão por eu te amar tanto assim,
Minha doce criança.
E sentados nessa praça,
Com o vento a tocar em nossos rostos,
Eu te confesso que sempre te amei,
Doce criança.
Nunca te esqueci!
Confesso sim meu amor, debaixo dessa chuva,
Nessa linda tarde de novembro,
Eu confesso, que te amo!
Autor: Kaype Luigi
(Pekay Gilui)
Texto escrito em: 27/06/2011
Texto© Kaype Luigi. Todos os direitos reservados. All rights reserved. Lei 9.610/98
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Nessa tarde nublada,
Com o céu cinzento,
Nessa linda praia.
Fico a observar o jogo da maresia beijando a areia.
Minha vista passeia pela praia Deserta,
E no meio da Baía vejo uma grande pedra encantada,
Fico estático.
E dentro da minha mente,
Escuto o "dobrado",
Cadenciado dos "abatás",
Embalando Minh'alma,
Para junto da pedra encantada.
De longe avisto e ouço um nobre Sr a cantar,
Um cântico que embala as ondas,
E faz estremecer meu corpo,
Dando solavancos no cadenciar das ondas.
Levanto a vista mais uma vez,
Vejo-me na pedra encantada no meio do mar,
Pedra cercada pelo mar sagrado,
Deparo-me com esse nobre Sr,
Alto ruivo,
Olhos tão azuis quanto as águas do mar sagrado.
Ouço ele cantar:
"Eu sou aquele moço tão bonito,
que chama Ricardino Rei do mar..."
E logo em seguida meus olhos inundam com o mar sagrado que cada um de nós temos nos olhos,
Que transbordam a cada emoção, e rolam pela praia de nossas faces.
No abraço, esse nobre senhor,
Fala com sua voz serena, e firme:
"Não temas meu menino. Seja como a maresia, forte, e não deixa que nenhum obstáculo te pare, a água se adapta e cria as formas, é persistente e não deixa que ninguém pare, ela fura a mais dura das rochas, e quando não pode furar, ela lapida, tira as superfícies pontiagudas. Não temas, estou contigo."
E no término do abraço,
Fecho os olhos e me vejo de volta a beira da praia.
Sentado a observar a pedra encantada,
Desse nobre encanto no meio da Baía.
Por: Kaype Luigi
(Pekay Gilui)
- Inspirado por um ser de luz
Texto© Kaype Luigi. Todos os direitos reservados. All rights reserved. Lei 9.610/98
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Nessa linda tarde,
Ao som desse belo piano,
Onde meus dedos se arrastam sobre o mesmo,
Nessa doce melodia que toca minh'alma,
Estou a admirar,
A tua perfeição de mulher.
Nessa sala nós somos envolvidos pela sinergia,
Pela magia que paira no recinto,
Fico a admirar a tua doce simetria de mulher,
Tuas curvas,
As covinhas que se formam em tua face.
Oh doce Rosa que sorrir para mim,
Que enfeitiça com seu olhar misterioso e ao mesmo tempo meigo,
Olhar que me convida para teu universo particular.
Hipnotizado com teus doces olhos castanho,
Morro ditoso a borda da minha taça de bom rubro.
Vem minha doce donzela,
Que coroei no meu universo poético particular,
Vem sem medo,
Deita sobre minha folha de papel,
Faz minhas escrituras alçarem vôo,
Vem minha doce donzela,
Minha doce Musa,
Que fiz coroar,
Deixa eu falar para o mundo desses teus doces e simétricos lábio,
Vem, deixa eu te eternizar.
Por: Kaype Luigi
(Pekay Gilui)
Texto© Kaype Luigi. Todos os direitos reservados. All rights reserved. Lei 9.610/98
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