Sino
Que o sol escaldante te queime Pois tamanha hipocrisia não se mede Por que fingir algo que não sente? Dando momentânea esperança para um inocente Acredite veementemente em tuas palavras Falsas, sem nexo, arcaicas e vazias Não me peça perdão e muito menos desculpas Este ciclo se repete e nunca as suas custas Engula a seco vosso frágil orgulho Adeus homem, bem vindo de volta menino Um dia tu irás da igreja tocar o sino Será meu dia, mas tu não serás o noivo Meus versos são para tocar a alma Influenciando sua pesada consciência Por fazer-me sangrar a mais dolorosa lágrima Que antes em mim nunca teve procedência. Kaah Ramos
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